Eleições e posse da nova diretoria para o biênio 2018/2019

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Dia 22 de novembro de 2017, quarta-feira, foi realizada Assembleia Geral Extraordinária para eleição e posse da nova Diretoria, do Conselho Fiscal e do Conselho Consultivo. Cerca de 80% dos associados manifestaram seu voto — presencialmente ou a distância, elegendo, por unanimidade, a chapa única apresentada a seguir:

Após as eleições, em um jantar de confraternização, associados, familiares e convidados participaram de breve exposição sobre as últimas realizações, bem como das expectativas da nova presidente, Verônica Korilio, para o próximo período de gestão.

Na oportunidade, ficaram evidenciadas as importantes conquistas do SAGRES, desde a sua fundação, mas também as perspectivas sobre a possibilidade de explorar melhor o excelente potencial do Instituto, como referência nacional em melhores práticas de Planejamento e Gestão.

Comunicação e Inteligência na Gestão de Crises

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Comunicação e Inteligência na Gestão de Crises

Os conhecimentos inerentes ao curso de extensão interdisciplinar nas áreas de Comunicação e de Inteligência destinam-se à gestão de crises políticas, institucionais ou empresariais, relacionadas com acusações de corrupção, de danos ao meio ambiente ou, ainda, de violações às boas práticas de cidadania ou de Direitos Humanos. Assim, o objetivo final é buscar informações e técnicas que permitam gerir adequadamente crises de imagem de autoridades, políticos ou corporações privadas. Destina-se aos profissionais da Comunicação (como jornalistas e assessores de imprensa) e de Relações Institucionais e Governamentais, como também aos profissionais das áreas de Ciência da Informação e Inteligência que buscam ampliar seus conhecimentos na área de gestão de crises.

Especificações

Carga: 40 horas com 5 módulos de 8 horas

Turmas: em princípio, mínimo de 8 integrantes. A composição das turmas ou grupos pode ser alterada conforme situações específicas das demandas de cada caso ou situação organizacional que se apresentar.

Demanda

A consolidação da Democracia no Brasil — com a combinação da autonomia do Ministério Público e a independência operacional crescente de órgãos públicos como Polícia Federal, Receita Federal, COAF e Banco Central — aliada à liberdade de expressão da imprensa, têm aumentado de modo substancial a capacidade de investigação e de punição à corrução de entes públicos e privados. Assim, nos últimos 10 anos — em especial devido à sucessão dos escândalos do Mensalão e da Operação Lava Jato — o país foi transformado em permanente cenário de crises, envolvendo autoridades do governo, políticos e, mais recentemente, empresas privadas e estatais. Em outra vertente, demandas crescentes da sociedade por questões como cidadania e meio ambiente têm provocado crises corporativas, com acusações de trabalho escravo nas indústrias, homofobia e, principalmente, desastres ambientais. Para gerir essa profusão de crises — que podem provocar estragos profundos na imagem pública das autoridades ou das empresas — não são necessários apenas advogados, mas também especializados profissionais de Comunicação, de Inteligência e de Relações Institucionais.

Conteúdo das aulas

Módulo 1: Sistema político (8 horas)

Reflexões sobre o sistema político e econômico brasileiro. A relação entre público e privado, por meio do financiamento de campanhas e a construção dos oligopólios econômicos com dinheiro público. Estudos de caso sobre crises de imagem em escândalos de corrupção, envolvendo agentes públicos e corporações privadas. A nova Carta dos Direitos Fundamentais e a ascensão dos novos atores da cidadania com suas demandas étnicas, de gênero, de boas práticas laborais e ambientais.

Módulo 2: Comunicação Institucional (8 horas)

Visão dos públicos estratégicos. O público interno e estudo dos públicos de interesse. As diferenças entre comunicação pública, institucional, governamental e corporativa. Arquitetura e estrutura organizacional dos setores ligados à Comunicação. Assessorias de comunicação, estudo de onde a comunicação não atua e novas possibilidades. Análises situacional e ambiental. A visão de futuro institucional/organizacional. Análise dos sistemas de comunicação internos das empresas, níveis alcançados, explorando pontos fortes e colaborando para minimizar vulnerabilidades.

Módulo 3: Relação com a mídia privada (8 horas)

Panorama dos grandes grupos de mídia brasileiros e a dependência econômica dos governos e dos bancos. Como influir na construção da pauta dos veículos jornalísticos e dos formadores de opinião. Anatomia dos jornalistas influentes: quem é quem entre os editores, colunistas e repórteres setorizados. Quando acionar editores, colunistas de opinião, colunistas de notas ou repórteres especializados. A redução de danos em caso de escândalos. Éticas e práticas: ou como funciona a cabeça dos jornalistas investigativos.

Módulo 4: Inteligência (8 horas)

A relação de confiança entre o sujeito-alvo o assessor de crise. Planejamento e prática de pesquisa para explicar ou justificar denúncias. A Inteligência e a investigação contra a crise. Gestão da rede de contados e das fontes de informações. O uso do off e o sigilo da fonte: éticas, práticas e violações. A relação com o Ministério Público e as técnicas de “lavagem de informação suja”. Técnicas de redução de danos por meio de técnicas de contrainformações: estudos de casos. Planejamento e gerenciamento de Crises.

Módulo 5: Persuasão e rede de contatos (8 horas)

Os modelos de persuasão. Modelos de rede de contatos. Organização da agenda e hierarquização das fontes. Abordagem de fontes de informação. Técnicas básicas de PNL e de linguagem do corpo. Técnicas básicas de vestuário, de etiqueta social e de comportamento. Técnicas de entrevista jornalística. Técnicas de entrevista de inteligência.

Resumo das qualificações dos orientadores

Homero Zanotta – Doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado Maior do Exército, especialista em Inteligência e em gerenciamento de crises nas esferas pública e privadas. Possui MBA em Gestão Estratégica da Informação pela Fundação Getúlio Vargas (Brasília), e em Estratégia Executiva pela FGV-RJ. Atuou no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República de 2004 a 2011, participando de grupos de gerenciamento de crises. Experiência em análise organizacional, elaboração de diagnósticos comunicacionais e desenvolvimento de planos, projetos e programas de gestão pública e privada.
Hugo Studart – Jornalista, professor universitário e executivo de Relações Governamentais. Graduado em Jornalismo pela Universidade de Brasília-UnB; especialização em Ciência Política, mestre e doutor em História Politica, também pela UnB. Como jornalista, atuou como repórter de econômico e politico nos principais veículos do país, como Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo; como editor de Política e colunista nas revistas Veja, Manchete e Dinheiro; como Diretor e colunista da IstoÉ; além de editor-chefe da revista Desafios do Desenvolvimento, do Ipea. Foi agraciado em diversos prêmios, como o Esso e o Abril de Jornalismo, e o Prêmio Wladimir Herzog de Direitos Humanos. Experiência de 16 anos em funções executivas, com ênfase em Relações Governamentais e conteúdo jornalístico. Experiência em campanhas políticas na área de pesquisa de informações (Inteligência) e em gestão de crise. Como professor, lecionou na Fundação Casper Líbero, São Paulo, e na Universidade Católica de Brasília. É pesquisador do Núcleo de Estudos da Paz e dos Direitos Humanos da Universidade de Brasília, UnB, e professor no curso de Pós Graduação (MBA) em Relações Institucionais do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais – Ibmec.

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O papel da liderança na motivação das pessoas em ambientes organizacionais

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Há um número cada vez maior de estudiosos defensores de que os gestores organizacionais, de acordo com a postura que assumem no exercício da liderança, podem oferecer condições para que as pessoas sejam motivadas pelo trabalho

Leituras do Brasil: Interpretações sobre a História Política e Econômica Contemporânea

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Leituras do Brasil: Interpretações sobre a História Política e Econômica Contemporânea

RESUMO

O curso destina-se preferencialmente aos profissionais que necessitem de leituras dirigidas, interpretações e de fundamentação histórica, politica e econômica sobre o Brasil contemporâneo, tais como Relações Institucionais e Governamentais, Comunicação, Ciência Politica e Direito, ou ainda profissionais que estejam se preparando para concursos públicos.

ESPECIFICAÇÕES

Carga: 32 horas
Pré-Requisitos: curso livre
Turmas: mínimo 8 pessoas

METODOLOGIA

Aulas presenciais expositivas, apresentando uma panorâmica sobre os principais eventos da história política e econômica brasileira. Apresentação de personalidades relevantes de cada período histórico que, de alguma forma, ainda influenciam ou participam do Brasil atual. Indicação de interpretes e de bibliografia mínima para o aprofundamento nos temas de maior interesse dos alunos.

CONTEÚDO DAS AULAS

Modulo 1: Origens do sistema politico (4 horas)

Panorâmica sobre a historia politica brasileira, da Revolução de 1930 e a ascensão de Vargas, ate a queda de Joao Goulart, em 1964. As correntes politicas que emergiram com a Revolução de 1930. A organização do Estado por Vargas. A organização politica com tri partidarismo: PSD, PTB e UDN. O PSD e o modelo de clientelismo politico. A criação da CLT e do sindicalismo mantido pelo Estado. O trabalhismo e o PTB. O modelo populista: Pai dos Pobres e Mae dos Ricos. O nascimento da classe media urbana conversadora e a oposição da UDN de Eduardo Gomes. O PCB de Luiz Carlos Prestes e o ideal revolucionário. A proposta do Integralismo e a instauração do Estado Novo. O pacto de guerra e a criação da indústria de base. A queda de Vargas e a restauração da democracia. A volta de Vargas e a ascensão do nacionalismo econômico. Os anos Dourados de JK: 50 anos em 5 por meio da Marcha para o Oeste e da criação da indústria automobilística. As crises de Jango e o esgotamento do modelo populista. Indicações bibliográficas.

Modulo 2: Nascimento do Desenvolvimentismo (4 horas)

Reflexões sobre o nascimento do Estado moderno brasileiro, do modelo liberal de desenvolvimento e da ideologia da estatização. O new deal de Roosevelt. A Conferencia de Bretton Woods e o triunfo de Keynes na criação do Sistema Financeiro Internacional. Roberto Simonsen e a proposta liberal da FIESP. Goes Monteiro e a proposta do Exercito de acelerar o desenvolvimento por meio de Estatais. Leituras e interpretações sobre o Brasil sobre o Brasil clássico: 1. Raymundo Faoro, Os Donos do Brasil (tese do patrimonialismo). 2. Sergio Buarque de Holanda, Raízes do Brasil ­(tese do Homem Cordial). 3. Oliveiros Ferreira, O Partido Fardado ­(tese do projeto estatal desenvolvimentista das Forças Armadas). 4. Roberto Campos, A Lanterna na Popa ­(visão liberal do período). Indicações bibliográficas.

Modulo 3: Regime militar de 1964 (4 horas)

Apresentação das diferentes interpretações sobre o Movimento de 1964, a reação das esquerdas com a luta a arma e a instauração da autocracia e da repressão pelas Forças Armadas. A morte de Stalin, a adesão a Gramsci e crise do Movimento Comunista Internacional. O racha do Partido Comunista Brasileiro. As revoltas dentro das Forças Armadas. A escalada da radicalização ideológica no governo Jango e a guerra civil iminente. O comício da Central do Brasil. As Marchas da Família com Deus e pela Liberdade. Cinco obras referencia. Rene Dreifuss e a tese da aliança civil militar. Jacob Gorender e a tese da reação ao golpe. Daniel Aarão Reis e a tese da ação estratégica. Luis Mir e a tese do contexto internacional. A hipótese do Exercito dividido. As 47 organizações de vanguarda. Os principais marcos da luta armada. O saldo do fratricídio. O nascimento do sindicalismo no ABC e a fundação do PT. A fase de transição: Anistia, luta pelas diretas, governo civil e Constituinte. Personagens daquele tempo. Indicações bibliográficas.

Modulo 4: Do milagre econômico à década perdida (4 horas)

Panorâmica do modelo econômico de 1964 ate 1994. A grande reforma do Estado: Banco Central, CMN, BNDE, Ipea, Sistema Financeiro da Habitação. O salto da infraestrutura por meio das Estatais. Reforma da educação e o Mobral. O avanço para a Amazônia e a reforma agraria. O modelo de financiamento do crescimento. Indicadores econômicos e sociais do período. A grande crise do petróleo. A crise financeira interna e a intervenção do FMI. O período de hiperinflação e os planos econômicos do governo Sarney. O choque de neoliberalismo de Collor. A economia em anomia. Personagens daquele tempo. Indicações bibliográficas.

Modulo 5: A Era FHC: Neoliberalismo e reforma do Estado (4 horas)

Os fundamentos do Consenso de Washington. A implantação do Plano Real 1. A globalização e crise da indústria nacional. A retomada industrial pela produtividade e o nascimento das primeiras multinacionais brasileiras. A privatização e a redefiniçao do papel do Estado. As agencias reguladoras. A reforma do ensino e o choque de educação. A Comunidade Solidaria, a estruturação da politicas sociais de injeção direta de renda. A crise da Ásia e o Plano Real 2. O tripé macro econômico. Personagens daquele tempo. Indicações bibliográficas.

Modulo 6: A Era Lula: populismo e presidencialismo de coalizão. (4 horas)

O triunfo da suposta “esperança” sobre o “medo”. A manutenção do Plano Real e do tripé macro econômico. O aprofundamento do modelo de presidencialismo de coalizão. A opção pelo aparelhamento do Executivo pelo pragmatismo fisiológico no Congresso. O Bolsa Família e o aprofundamento das politicas de injeção direta de renda. O escândalo do Mensalão. A queda do comissário Dirceu e a ascensão da gerentona Dilma. O ombudsman Lula renasce das cinzas. A desistência das reformas estruturais. A opção pelo populismo e pela economia de consumo. O crescimento econômico, a ascensão da nova classe media e dos milionários emergentes. Fundamentos da nova classe media: estabilidade econômica, educação e politicas de consumo. A eleição da sucessora. Personagens daquele tempo. Indicações bibliográficas.

Modulo 7: O Brasil do nosso tempo (8 horas)

1. Quem manda no Brasil: a criação do modelo de concentração econômica por meio do BNDES e dos fundos de pensão das Estatais. A criação dos oligopólios e o financiamento de campanha. 2. Uma panorâmica historia sobre os fundamentos do messianismo politico: de Moises a Lula. 3. Indicações bibliográficas para compreender nosso tempo: Arendt, Bloch e Bauman.

ORIENTADOR

Prof-Dr. Hugo Studart – Jornalista, professor universitário e executivo de Relações Governamentais. Graduado em Jornalismo pela Universidade de Brasília-UnB; especialização em Ciência Política, mestre e doutor em História Politica, também pela UnB. Como jornalista, atuou como repórter de econômico e politico nos principais veículos do país, como Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo; como editor de Política e colunista nas revistas Veja, Manchete e Dinheiro; como Diretor e colunista da IstoÉ; além de editor-chefe da revista Desafios do Desenvolvimento, do Ipea. Foi agraciado em diversos prêmios, como o Esso e o Abril de Jornalismo, e o Prêmio Wladimir Herzog de Anistia de Direitos Humanos. Experiência de 16 anos em funções executivas, com ênfase em Relações Governamentais e conteúdo jornalístico. Experiência em campanhas políticas na área de pesquisa de informações (Inteligência) e em gestão de crise. Como professor, lecionou na Fundação Casper Líbero, São Paulo, e na Universidade Católica de Brasília. É pesquisador do Núcleo de Estudos da Paz e dos Direitos Humanos da Universidade de Brasília, UnB, e professor no curso de Pós Graduação (MBA) em Relações Institucionais do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais – Ibmec. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal.

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Cursos na área de Inteligência

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Cursos na área de Inteligência

Inteligência

Apresentar os principais conceitos e processos da atividade de Inteligência, bem como sua interface com o planejamento e gestão estratégica. No decorrer do curso o capacitando se colocará no contexto de um núcleo de Inteligência, permitindo que este desenvolva tarefas de produção e proteção do conhecimento. Ao final, o capacitando estará em condições de coordenar as atividades de Inteligência de um núcleo de Inteligência.

Análise de Inteligência

Este módulo é voltado inteiramente para a formação do analista de Inteligência. Nele são apresentadas as principais questões para a formação e o trabalho do analista, processos de trabalho e técnicas de apoio a análise. Os trabalhos serão realizados com o apoio do software Augures. Ao final do módulo, o capacitando estará em condições de realizar trabalhos de análise com maior eficácia, estando em condições de escolher o melhor processo e a melhor técnica de apoio à análise, para cada situação. Melhor aproveitado se o(s) capacitando(s) já possuírem o Curso de Inteligência ou conhecimentos equivalentes.

Entrevista de Inteligência

Este módulo apresenta as peculiaridades de uma entrevista de Inteligência e as técnicas e artifícios utilizados na obtenção de informações diferenciadas para o processo de produção de inteligência. Curso extremamente prático, objetiva que ao seu término o capacitando esteja em condições de identificar pessoas de interesse que possam vir a serem entrevistas, planejar e realizar tal entrevista.

Turmas de até 30 pessoas, mínimo de 6 pessoas
Turmas de até 12 pessoas, mínimo de 6 pessoas
Turmas de até 6 pessoas, mínimo de 3 pessoas
Carga horária: 40 horas
Carga horária: 40 horas
Carga horária: 36 horas

Facilitador:

Fernando do Carmo Fernandes é mestre em Aplicações Militares pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército. Especialista em Inteligência pela Escola de Inteligência Militar do Exército (EsIMEX) e pós-graduado em Inteligência Estratégica pela Universidade Euroamericana de Brasília e em Gestão Estratégica Corporativa pela Universidade Católica de Brasília. Possui os cursos Básico, Intermediário e Avançado de Inteligência do Exército e de Técnica de Entrevista pela Escola de Inteligência da Agência Brasileira de Inteligência (Esint/Abin). É certificado no Competitive Intelligence Professional (CIP™-I) pela Academy of Competitive Intelligence (ACI).

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Curso de Gestão de Crise de Imagem e Reputação

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Curso de Gestão de Crise de Imagem e Reputação

Carga horária:

16 horas

Público-alvo:

empresários, executivos e gestores de organizações que lidam com a imprensa

Objetivo:

O curso tem como objetivo apresentar conceitos e etapas necessárias para a gestão de crise de imagem. Ao final do curso os participantes serão capazes de saber identificar os sintomas de uma crise de imagem com a opinião pública, tendo condições de prepararem um plano de prevenção e gestão de crise para suas organizações, sendo capacitados a lidarem com a imprensa em períodos de crise.

O curso contempla a participação de profissionais da TV, como filmagem e edição de imagens.

Custo:

a consultar

Nr de participantes:

Turmas com máximo de 15 pessoas

Duração:

2 dias seguidos, ou a ajustar

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Workshop: Gestão do tempo ou gestão de vida?

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Workshop: Gestão do tempo ou gestão de vida?

1. Apresentação

Esse workshop engloba o resultado de uma análise meticulosa, durante os últimos 15 anos, da literatura técnica, de cursos, palestras, vídeos e seminários sobre o assunto, além de centenas de entrevistas com profissionais das mais diversas áreas. Propõe uma reflexão diferenciada sobre o tema, que se desdobra na própria questão inicialmente proposta: existe gestão do tempo considerando-se os aspectos práticos na vida de uma pessoa? A assimilação de técnicas orientadas para maior eficiência pessoal, como propõe a maioria dos seminários, cursos e palestras sobre o assunto, esgota o tema?

2. Público

Destina-se a pessoas psicologicamente maduras e que estão insatisfeitas com o resultado de seus esforços para atender as infindáveis demandas externas (profissionais, familiares, de grupos de relacionamento próximo) ou internas (cuidados com o próprio corpo, e/ou com o desenvolvimento intelectual ou espiritual), a que estão submetidas no dia-a-dia.

O workshop pode ser conduzido para atender profissionais de áreas específicas, como advogados, empresários ou candidatos a concursos públicos.

3. Metodologia

Focada em aprendizagem vivencial por meio de exercícios estruturados (individuais ou em grupos) e de leitura de textos selecionados, de apresentações verbais, discussões e debates.

Cada turma terá, no máximo, 24 participantes

4. Da Duração

Total de 8 horas de trabalho, que podem ser conduzidas em um único dia, ou em dois, com turnos de quatro horas.

5. Do Programa

  • Uso individual do tempo – mapeamento inicial.
  • Características do tempo.
  • Necessidades pessoais.
  • Engolidores de tempo: apresentação, diagnóstico e técnicas. Análise critica.
  • Hábitos & Modelos Mentais. Zumbis & robôs.
  • Identificando prioridades. Modelo e análise critica.
  • Multiplicadores de tempo: apresentação.
  • Desenvolvimento Pessoal & Profissional. Instrumentos usuais. Análise critica. Apresentação de Modelos eficazes.
  • Mudando hábitos, atitudes e comportamentos. Planejando e monitorando a mudança.

6. Resultados esperados

Como resultado da participação no workshop pretende-se:

  • permitir tomar conhecimento dos fatores que dificultam um bom e adequado uso do tempo no que diz respeito aos diversos papéis que representamos na sociedade: profissional, familiar, conjugal e social (competência cognitiva).
  • permitir a tomada de consciência (identificação de pontos cegos) de atitudes e comportamentos que dificultam usar o tempo de que dispomos para atingir os objetivos que consideramos importantes em nossas vidas (competência atitudinal).
  • obter o desenvolvimento da competência dos participantes na aplicação, no dia-a-dia, das técnicas apresentadas (competência operacional).

Assim, os participantes terão oportunidade de tomar decisões de ordem prática, orientadas para uma consciente adequação do uso do tempo de que dispõem aos seus objetivos de vida.

Facilitador:

Rodolfo de Mello Prado

Bacharel em Direito pela UFMG (1963), inscrito na OAB/DF. Administrador, inscrito no CRTA do D.F. Especialização em “Management”, pelo International Institute for Management Development-IMD, da Universidade de Lausanne, Suíça(1979 e 1999). Especialização em Recursos Humanos pela Escola Brasileira de Administração Pública – EBAP/FGV/Rio. Especialização em Planejamento Estratégico pela Fundação João Pinheiro (professores da Graduate School of Business Administration / Columbia University, NY); pelo Tavistock Institute of Operational Research, de Londres, em convênio com a Fundap, S.P., e em Planejamento Governamental pelo CENDEC. Especializado em Desenvolvimento Organizacional e credenciado como Consultor pela Organization Development Associates – USA. Especialização em Análise Gerencial de Problemas e Tomada de Decisões pela Kepner-Tregoe, International, de Princeton, New Jersey, USA. Ex-consultor do SEBRAE, atuou, nacionalmente, como facilitador em mais de 120 seminários Empretec. Conta com mais de 10.000 horas em sala de aula, conduzindo programas de qualificação gerencial e de empreendedorismo. Presidente do Conselho Consultivo do Instituto Sagres de Política e Gestão Estratégicas Aplicadas.

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Prof. Rossana Pavanelli lança Curso de Post-MBA em Gestão da Inovação na FGV

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O curso — desenhado e coordenado pela associada do Sagres Rossana Pavanelli — é 100% prático e com foco na inovação e em ferramentas a serem aplicadas no setor público e na iniciativa privada. Aulas quinzenais – sexta à noite e sábado de manhã. Início: 22 de setembro de 2017. Primeira turma do país em Brasília.

Critérios para seleção: ter realizado pós-graduação lato sensu ou MBA, independentemente da área de especialização, e ter experiência profissional para aplicação dos conceitos e ferramentas compartilhados.

Serão aceitos alunos egressos de outras instituições, não sendo o curso restrito a alunos da FGV. Apresentação de currículo, de carta(s) de referência (preferencialmente vinda do mercado de trabalho/da organização em que atue) e entrega de defesa, em uma lauda/página, do porquê participar do curso, de como o curso poderá colaborar para a formação profissional e de como o(a) candidato(a), como aluno(a) pode contribuir às discussões ao longo do programa.

Informações adicionais e pré-inscrições no link (sem custo):
http://m.mgm-brasilia.fgv.br/cursos/post-mba-gestao-inovacao

Curso Gestão Estratégica Prospectiva

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Curso Gestão Estratégica Prospectiva

Programa Completo: 64 horas de atividades

No contexto cambiante que caracteriza a atual era do conhecimento, planejar simplesmente com base em análises conjunturais, apoiadas em passado recente, tem sido a principal receita para o fracasso dos planos estratégicos organizacionais. Daí a importância da Prospectiva Estratégica, oferecendo cenários de longo prazo que permitam reduzir as incertezas e identificar rupturas de tendência, induzindo medidas proativas a serem adotadas no curto e no médio prazos, para a construção do melhor futuro possível

O planejamento, como o principal pilar da gestão organizacional, é um processo contínuo de definição e adoção de estratégias, de orientação, alinhamento e desdobramento do nível estratégico para os níveis tático e operacional, contemplando, inclusive, as atividades necessárias à execução. Isso tudo com base em acurada avaliação diagnóstica e conhecimento possível do que poderá ocorrer no futuro.

A Prospectiva, portanto, não está isolada no contexto organizacional, e sim colocada como base para a elaboração do Plano Estratégico, conforme preceitos não somente estabelecidos por renomados autores, mas também codificados a partir das experiências vivenciadas pela equipe de professores facilitadores e mediadores da aprendizagem.

O ciclo se completa com um bem articulado sistema de monitoramento e avaliação, permitindo aferir os progressos — em face das expectativas — e adotar oportunas medidas corretivas.

Desse modo, o curso Gestão Estratégica Prospectiva se traduz no cerne da Metodologia FIGE – Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica, configurando, sinteticamente, um modelo de gestão consistente, proativo, dinâmico e flexível, que implica os melhores resultados e agrega valor para a organização e para a sociedade.

Conteúdo geral:

Introdução e ambientação

  • Apresentação da Metodologia FIGE – Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica
  • Planejamento Estratégico e Gestão Estratégica
  • O que é estratégia – formulação da estratégia
  • O planejamento por cenários

Intenção Estratégica

  • Reflexão crítica sobre a identidade da organização
  • Definição do Negócio
  • Declaração da Missão, da Visão e dos Valores organizacionais
  • Identificação dos Fatores Críticos de Sucesso

Avaliação Diagnóstica

  • Análise dos ambientes interno e externo
  • Mapeamento dos atores
  • Análise SWOT

Análise prospectiva

  • Aplicação de Técnicas de Análise Prospectiva, com ênfase em Análise Morfológica conforme o Modelo SAGRES
  • Interpretação e descrição de Cenários: de Referência, Otimista e Foco.

Planejamento de longo prazo (estratégico)

  • Uso da ferramenta Balanced Scorecard
  • Definição dos Objetivos Estratégicos, indicadores e metas de longo prazo
  • Construção do Mapa Estratégico de longo prazo

Planejamento tático

  • Aplicação de Modelos e Técnicas de planejamento tático
  • Alinhamento organizacional e desdobramento do Plano Estratégico para Planos Táticos
  • Definição dos objetivos de contribuição
  • Construção de Mapas de Contribuição
  • Identificação de indicadores e metas de contribuição
  • Elaboração de Portfólios de projetos, iniciativas e processos

Planos operacionais

  • Aplicação de Ferramentas e Técnicas de planejamento operacional
  • Alinhamento do nível tático para áreas operacionais
  • Elaboração de Planos de Ação dos Projetos e Iniciativas
  • Elaboração de Portfólio de indicadores e metas operacionais
  • Construção dos Cronogramas de Execução

Execução

  • Implementação de Ferramenta de Monitoramento e Avaliação
  • Acompanhamento e aplicação de medidas corretivas
  • Modelagem de Reuniões de Avaliação da Estratégia

Complementando a metodologia FIGE

  • Ferramentas informatizadas de gestão estratégica (SW)
  • Análise de Dinâmicas Governantes (ADG)
  • Comunicação Social
  • Inteligência Estratégica

Módulo básico – 12 horas

Consiste na apresentação conceitual sobre Prospectiva Estratégica, enriquecida de exposições sobre casos práticos de aplicação dos métodos e técnicas mais conhecidos e praticados. Ao final, o aluno reconhecerá a importância da Prospectiva no contexto organizacional e estará em condições de aprofundar seus conhecimentos em outras fontes.

Módulo intermediário – 20 horas

Tem como pré-requisito o módulo básico. Detalha os principais conceitos e inclui o desenvolvimento de exercícios básicos de aplicação. Ao final, o aluno irá compreender e internalizar as principais dificuldades e características dos métodos e técnicas envolvidos na metodologia.

Módulo avançado – 32 horas

Tem como pré-requisito o módulo intermediário. Consiste na realização de exercícios simulados que incluem a Intenção Estratégica, o Diagnóstico, os Cenários Prospectivos e o Mapa Estratégico corporativo, adaptado de Kaplan e Norton, criadores do Balanced Scorecard. Ao final, os participantes terão internalizado um método de aplicação da Prospectiva e de elaboração do Plano de Longo Prazo.

Investimento

A definir com a organização cliente

Facilitadores

Raul Sturari Doutor em Política e Estratégia. Especializado em Pedagogia e graduado em Administração. Foi Secretário Executivo do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e coordenador do Projeto “Brasil 3 Tempos”, de Prospectiva Estratégica. Professor de pós-graduação e consultor em projetos públicos e privados de Planejamento, Prospectiva e Gestão Estratégica. | Currículo Lattes

Verônica Korílio – Economista e Administradora. Professora e pós-graduada em Administração Pública, em Contabilidade Pública, em Administração Financeira e Orçamentária, em Gestão Estratégica de Pessoas. Possui MBA em Gestão Empresarial com docência superior. Instrutora da Escola de Administração Fazendária – ESAF e da Escola de Administração Pública – ENAP. Consultora em projetos públicos e privados de Planejamento e Gestão Estratégica. | Currículo Lattes

Mário Andreuzza – Doutor em Política, Estratégia e Alta Administração. Pós-graduado em Gestão Empresarial e Especializado em Planejamento, Gestão Estratégica e Gestão de Projetos. Possui MBA Executivo da Fundação Getúlio Vargas – RJ e curso de Análise de Inteligência da Escola Nacional de Inteligência. Professor de pós-graduação e consultor em projetos públicos e privados de Planejamento, Inteligência e Gestão Estratégica

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A atitude prospectiva

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“Conquiste quem você ama, consiga aquela promoção que tanto deseja, saiba mais sobre seu futuro e o modele do jeito que achar melhor” Cigana Íris do Oriente – Rio de Janeiro, RJ.

O título não é inédito. Na verdade, trata-se (somente o título) de um plágio declarado do artigo de Gaston Berger, publicado na francesa Revue Prospective n° 1, em 1958. Foi a primeira vez que o termo “prospectiva” foi cunhado, como “conjunto de pesquisas a respeito de fenômenos técnicos, tecnológicos, científicos, econômicos, sociais etc, que procura prever a evolução futura das sociedades”.

O significado é evidente, uma vez que se opõe a retrospectiva. Enquanto esta olha para o passado, prospectiva visa a projetar o futuro, em uma concepção linear do tempo. Contudo, essa aparente simetria é falsa, para todo aquele que se dedica a estudá-la.

Embora possa ser interpretado e reinterpretado ao sabor das idiossincrasias dos historiadores, o passado já aconteceu, e nada mais pode mudá-lo. Já o futuro não existe, e está por ser construído, mercê da capacidade e da vontade dos atores sociais. Todavia, é interessante notar como freqüentemente pessoas e organizações relegam ao segundo plano uma atitude pró-ativa em relação ao porvir, permanecendo envolvidas por sucessivos “tsunamis de cotidiano”, que não concedem tempo necessário para tão importante atividade.

As urgências e emergências do dia-a-dia, bem como a necessidade de apresentar resultados imediatos, levam a maioria dos dirigentes a pensar no presente e, no máximo, no curto prazo. Daí a necessidade de gestão estratégica, de longo prazo, que deve ser desenvolvida com a participação de profissionais qualificados, reportando-se diretamente aos mais altos escalões das organizações.

Gestão estratégica é um processo sistemático, planejado, administrado e executado pela alta direção da organização, buscando assegurar a continuidade, sobrevivência e crescimento futuros da empresa, através da contínua adequação de estratégias, capacitação, estrutura e infra-estrutura.

Incluindo técnicas e metodologias de planejamento, a gestão estratégica prospectiva permite projetar os possíveis cenários que poderão se formar, em longo prazo. Não se trata de prever o futuro, e sim de analisar as probabilidades, de modo a construir hoje os eventos que queremos ver realizados, amanhã. A estratégia também permite enxergar as possibilidades em todas as suas
dimensões, aproveitando as janelas de oportunidades e adotando medidas preventivas em relação às ameaças que, nos horizontes temporais visualizados, poderão impedir que os objetivos sejam conquistados.

… a gestão estratégica prospectiva permite projetar os possíveis cenários que poderão se formar, em longo prazo …

Isso explica casos de empresas como a Shell – que se preparou com vários anos de antecedência para a crise do petróleo que ocorreria na década de 70. Ou manobras como a da brasileira Stemac, fabricante de geradores elétricos do Rio Grande do Sul, que triplicou a receita por ter se articulado, em tempo hábil, para o “apagão” de 2001.

Nada disso, porém, pode ser possível se não houver riscos. O risco é inerente às grandes vitórias, e o estrategista sabe que, sem eles, não será possível otimizar as fortalezas e minimizar as debilidades das organizações. Utilizando um conceito de Einstein, em sua teoria do espaço curvo, é possível afirmar que as mais retumbantes derrotas e as mais espetaculares conquistas estiveram, em
determinados momentos da história, muito perto umas das outras.

Se você não acredita, consulte a cigana. Se não adivinhar o seu, pelo menos o futuro dela estará garantido, mediante pagamento à vista ou confirmação do depósito bancário.

Raul Sturari é Diretor de Prospectiva do Instituto Sagres

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