Discussão sobre a crise hídrica no DF

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No âmbito do Programa ESTRES – Estratégias e Soluções para Tratamento dos Resíduos Sólidos, o Instituto SAGRES promoveu, no último dia 9 de maio, evento para discussão da Crise Hídrica no Distrito Federal. Na ocasião, associados e convidados ouviram a exposição do Dr. Benício de Melo Filho e debateram assuntos relacionados, sob a moderação do Sr. José do Carmo Ferreira, em agradável noite de confraternização.

Reuniões 2017

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No último 8 de fevereiro, reuniram-se os integrantes da Diretoria e do Conselho Fiscal, para discutir a implementação da programação anual e para a aprovação de contas referente ao ano de 2016.

Na sequência, associados e convidados reuniram-se para um jantar de confraternização, cuja pauta esteve centrada na apresentação e boas-vindas de sete novos integrantes do SAGRES: Rita Scardine, Marli Andrade, Márcio Gonçalves, Said Sayd, Helena Tonet, Cláudio Oliveira e Jetson Turquiello.

Os novos associados que não puderam estar presentes serão apresentados na primeira oportunidade.

Confraternização e troca de Presidente

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No último dia 30 de novembro, os associados do SAGRES residentes em Brasília se reuniram para a tradicional comemoração de fim de ano.

O evento foi enriquecido com diversos convidados em processo de admissão, os quais deverão trazer novas e importantes contribuições para o nosso Instituto em 2017. Todos foram agraciados com uma muda do Projeto Ipê do Cerrado, sob a coordenação do Dr. Rodolfo Prado, presidente do Conselho Consultivo.

A confraternização foi também marcada pelo presidente Homero Zanotta, que apresentou sua renúncia, motivada pelo fato de ter aceito o honroso convite para assumir o cargo de Assessor de Planejamento e Gestão do Hospital das Forças Armadas. Os associados agradecem o esforço e a dedicação do presidente Zanotta, que permanece como associado, e desejam sucessos na nova missão.

Em consequência assumiram, como presidente e vice-presidente executiva, respectivamente, Raul Sturari e Verônica Korilio.

novo presidente do Instituto SAGRES

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A Conjuntura Nacional – O Pensar do SAGRES (2016)

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EVENTO SAGRES — Mesa de Debates

Os associados do SAGRES reuniram-se, no último dia 30 de junho, para debater sobre a Conjuntura Nacional e os cenários político-econômicos para os próximos anos. O evento foi enriquecido com a presença de convidados ilustres, como Marcondes Araújo, Patrícia Paine, Helena Tonet, Regina Araújo e Marilene Antunes. As principais ideias apresentadas foram objeto de coleta, por parte dos relatores, e posteriormente consolidadas em texto enviado aos associados ausentes. Após sugestões e nova consolidação, apresentamos e oferecemos, à sociedade brasileira, o documento “A Conjuntura Nacional — O Pensar do Sagres (2016)”. Boa leitura!

– Os cenários políticos de curto prazo (próximos dois anos), no Brasil, são absolutamente incertos.

– O governo Temer tem demonstrado sinais de debilidade política que poderão inviabilizar sua gestão. O 1o escalão foi organizado para dar sustentação política, no Congresso, mas é integrado por determinadas pessoas de pouca capacidade técnica e de gestão, exceto na área econômica.

– Dilma Rousseff, caso seja reempossada, não terá condições políticas e econômicas de governabilidade.

– Há um processo em curso, no TSE, que poderá julgar a chapa Dilma/Temer culpada, anular as eleições de 2014 e convocar novas, em um prazo de 90 dias. Caso essa hipótese venha a se concretizar, Marina Silva terá grandes chances de ser eleita.

– Dentre as hipóteses apresentadas, o menos ruim para o Brasil seria o Governo Temer continuar até 2018, mesmo politicamente enfraquecido.

– A crise é profunda e o País pode estar caminhando para um colapso ou para uma ruptura social.

– A mídia tem desempenhado papel preponderante, embora nem sempre isenta. Parcela considerável da opinião pública tem sido manipulada por poucos formadores, cujas ideias são amplamente reverberadas por muitos multiplicadores, direta ou indiretamente patrocinados com recursos públicos.

– As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e as redes sociais estão mudando a forma de fazer política e irão influenciar significativamente a forma de governar. A geração milênio não assiste televisão, por exemplo.

– Grande parte da mídia é refém das verbas governamentais de propaganda.

– As mudanças requeridas poderão se dar pela via da convulsão social, com todas as consequências dolorosas inerentes. Mas as mudanças pela via institucional são possíveis, apesar de duras. Todos temem as mudanças, mas elas serão inevitáveis.

– O processo de politização do Supremo Tribunal Federal (STF), vivido na última década, tem sido extremamente negativo para o País e poderá agravar um eventual quadro de instabilidade institucional.

– A economia nacional passa por um dos piores momentos da história, mas ainda não batemos no fundo do poço, ou seja, poderá piorar por mais alguns anos. Todavia, o Brasil é maior que a crise e encontrará seus caminhos.

– A operação lava-jato tem mostrado somente uma pequena parte do que são — ou foram, até recentemente — as relações corruptas entre o poder público e uma parcela estratificada da iniciativa privada, com destaque para as grandes corporações.

– A corrupção como prática política tem se mostrado disseminada pelos âmbitos federal, estadual e municipal.

– Setores da administração pública não afetados diretamente pela corrupção endêmica devem ser preservados, de modo a manter os serviços e produtos requeridos pela sociedade.

– O papel das instituições públicas é fundamental na busca de soluções, mas é preciso racionalizar o tamanho do Estado, hoje totalmente aparelhado com representantes de anacrônicas correntes político-ideológicas ou de operadores das velhas oligarquias patrimonialistas.

– Nesse contexto, não é desprezível o risco e a iminência do enfraquecimento dos órgãos de controle e policiais — como o Ministério Público, a Controladoria-Geral da União e a Polícia Federal — por ação de potenciais investigados, como forma de reverter as mudanças em curso, apoiadas pela sociedade.

– O Brasil está perdendo as oportunidades proporcionadas pelo período atualmente vivido, chamado “bônus demográfico”, onde a População em Idade Ativa (PIA) é maior do que a população dependente (crianças e idosos).

– O sistema político-partidário perdeu a governabilidade. O legislativo, no Brasil, tem um poder enorme e tem sido relegado a segundo plano, pelos votantes, por ocasião das eleições. Com isso, temos um histórico problema de governança, no Executivo.

– É preciso que seja realizada ampla reforma política, por atores externos ao atual legislativo, o qual não tem interesse em mudar o status quo.

– Uma reforma política deveria diminuir o atual poder dos integrantes do Legislativo, tornando os cargos menos atrativos aos corruptos e meliantes.

– No médio e no longo prazos, todos os caminhos para as soluções dos problemas nacionais passam pela educação, não somente a formal mas também a que leva informação a todos os segmentos populacionais. A péssima qualidade da educação é a causa primordial da maior parte dos problemas brasileiros.

– A meritocracia deve ser restabelecida, em todos os setores. O nivelamento “por baixo” ou “pela média” tem sido um importante fator de desestímulo à produtividade e ao esforço individual.

Entre os estudantes do ensino superior, 38% não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, segundo o Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional), divulgado pelo IPM (Instituto Paulo Montenegro) e pela ONG Ação Educativa (http://noticias.r7.com/educacao/noticias/pesquisa-revela-que-38-dos-alunos-de-ensino-superior-nao-dominam-leitura-e-escrita-20120717.html)

– O cidadão precisa aprender a analisar a conjuntura político-econômica e saber como se posicionar.

A maioria da população brasileira não domina a linguagem científica necessária para lidar com situações cotidianas, tais como ler resultados de exames de sangue, calcular se o tanque tem gasolina suficiente para uma viagem, relacionar e entender o impacto de ações no meio ambiente ou entender a cobrança da conta de luz.

Essa é a conclusão da primeira pesquisa nacional que mede o índice de letramento científico (ILC) do brasileiro, feita pelo Instituto Abramundo, em parceria com o Instituto Paulo Montenegro, do Grupo IBOPE, e a ONG Ação Educativa.

Quase 65% da população metropolitana entre 14 e 50 anos, com mais de quatro anos de estudos, têm um ILC, no máximo, rudimentar. Pouco menos de um terço (31%) consegue entender textos com um grau um pouco maior de dificuldade, como interpretar a tabela de nutrientes em rótulos de produtos e especificações técnicas de produtos eletroeletrônicos.

- A maioria absoluta, 79%, além de não conseguir entender os termos científicos que lê, é incapaz de aplicar isso em situações cotidianas, como ler um manual de instrução para usar um aparelho doméstico. (http://epoca.globo.com/vida/noticia/2014/09/um-pais-de-banalfabetos-cientificosb.html)

– A cultura predominante precisa ser revertida, estimulando o trabalho e o empreendedorismo.

– O patriotismo deve ser restaurado. Não há educação para a cidadania. Nos últimos 15 anos, o Brasil se alinhou aos países perdedores e perdeu as referências entre os desenvolvidos.

– Os cidadãos devem ser orientados a realizar análises com mais profundidade e consistência, porque muitos terminam sendo influenciados por formadores de opinião de tendências falaciosas.

– Um lado bom da crise é que tem induzido o cidadão médio a se conscientizar de seu papel como eleitor e como fiscalizador dos governantes.

– O liberalismo econômico é a via mais exequível para que o Brasil encontre os caminhos para o desenvolvimento sustentável. A internacionalização e a abertura do País são inerentes a esse processo.

– Será necessário um período de cinco a dez anos de persistentes reformas político-econômicas liberalizantes para que o Brasil possa viver um novo ciclo de desenvolvimento sustentável.

– Caso o Governo Temer venha a completar o mandato, um novo leque de opções poderá se abrir, no que se refere a candidatos à presidência da República. Esse quadro ainda está totalmente indefinido.

Reunião da equipe SAGRES SUL

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Equipe do Sagres Sul, em 10 de maio, manteve reunião onde foram tratados assuntos relativos a projetos e atividades de trabalho no corrente ano.

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Flagrantes da reunião do SAGRE SUL

Flagrantes da reunião do SAGRES SUL

Oficinas de alinhamento metodológico

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Nos dias 25 e 26 de abril, 18 associados do SAGRES reuniram-se — presencialmente e a distância — para apresentação e diálogos em torno da Metodologia FIGE – Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica.

Criada no âmbito do Instituto, a FIGE não se limita a um exercício acadêmico, embasado em atualizada literatura de planejamento e gestão. É também fruto da experiência oriunda de diversos projetos de consultoria do SAGRES, em especial junto a órgãos públicos.

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Conheça mais sobre a metodologia FIGE

Sagres realiza a primeira Reunião do ano

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No último dia 04 de março, o Instituto Sagres realizou a primeira reunião deste ano, um momento de confraternização, com a entrega de uma lembrança ao ex-presidente Mário Andreuzza que deixou o cargo em dezembro.

O ponto alto do encontro foi a apresentação e degustação da cerveja artesanal EXTRA-TEHGICCA, inspirada na história de Sagres, precedida de um mergulho no que pode ser chamado de “Estratégia Gulliver das Cervejas”, apresentado por Homero Zanotta e Sérgio Cirilo.

As “Gigantes Gulliver” faziam mais, sempre mais do mesmo produto. Eis que acordaram num cenário onde microcervejarias se multiplicaram, resgataram a antiga “Lei da Pureza” de 1516, e agora mostram novas variedades, com mais qualidade e melhores sabores!

Veja a fotos:

Instituto Sagres convida para a primeira reunião de confraternização de 2016

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Senhoras e Senhores,

O Instituto Sagres convida para a primeira reunião de confraternização deste ano.

Pretendemos dar um mergulho no que pode ser chamado de “Estratégia Gulliver das Cervejas”.

As “Gigantes Gulliver” faziam mais, sempre mais do mesmo produto. Eis que, elas acordaram num cenário onde microcervejarias se multiplicaram, resgataram antiga “Lei da Pureza” de 1516, e agora mostram novas variedades, com mais qualidade e melhores sabores!

E o que aconteceu? Venha saber em 04 de Março! Agende esta data!

Após conversarmos, participaremos da degustação da EXTRA-TEHGICCA, uma cerveja artesanal inspirada na história de Sagres.

O programa prevê:

– Homenagem a Mário Andreuzza, ex-presidente do Sagres;
– Apresentação de 20 min, a cargo de Homero Zanotta e Sérgio Cirillo;
– Debate com base na “Estratégia Gulliver”;
– Degustação e confraternização.

Data: 04 Março 2016, sexta-feira

Hora: 19.30 h

Local: Cirillo Tênis Clube (Lago Sul, QI 23, Chácara 5) em Brasília, DF.

As despesas de consumo ocorrerão por adesão no local (R$ 80,00 por pessoa).

A “breja” EXTRA-TEHGICCA foi produzida e será servida por conta dos Mestres Cervejeiros da Taverna TCZ.

Convide e traga amigos e familiares!

Pedimos que, ao fazê-lo, avisem com mensagem para o email sagres@sagres.org.br ou mantenham contato pelo telefone (61) 3272 7078 (com Laura ou Mônica).

SAGRES tem nova Diretoria

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Na tarde de 27 de novembro de 2015, em assembleia geral, foi eleita a nova diretoria do Instituto Sagres, para o biênio 2016/17. No mesma noite, com familiares e convidados, foram comemoradas as realizações da gestão anterior, bem como do ano de 2015, augurando sucessos e êxitos para os novos gestores e à todos os integrantes do Instituto.

Nova Diretoria

Nova Diretoria

Conheça a nova Diretoria de nosso Instituto:

HOMERO ZANOTTA – Presidente
RAUL STURARI – Vice-presidente Executivo e Diretor de Prospectiva Estratégica
VERÔNICA KORILIO – Diretora de Planejamento e Gestão Estratégica
CARLOS PORFÍRIO JR – Diretor de Tecnologias de Informação e Comunicação
FERNANDO FERNANDES – Diretor de Inteligência e Gestão do Conhecimento
JACINTHO LOPES – Diretora de Segurança e Defesa
ROBERTO MEDEIROS – Diretor de Relações Internacionais

Conselho Fiscal: Sergio Cirilo (presidente), Alexandre Pires, Manoel de Penha Alves, Fernando Quirino (suplente) e Nádia Lopes (suplente);
Conselho Consultivo: Rodolfo Prado (presidente), Mário Andreuzza, Adrian Nicolaiev, Humberto Garay e Ana Paula Barbosa Pereira

Discussão estratégica: água vs energia

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Senhoras e Senhores

Com prazer, convidamos para a nossa próxima reunião, cujo tema será “ÁGUA x ENERGIA – UMA DISCUSSÃO ESTRATÉGICA PARA O BRASIL”.

O Encontro se dará no próximo dia 02 de junho, no Cirillo Tênis Club, na SHIS QI 23 – ch-5 – Lago Sul, Brasília, DF, à partir das 19:30 h.

A discussão será conduzida pelas Professoras Doris Santos de Faria e Verônica Korilio e logo após à palestra teremos um delicioso jantar, por adesão, ao custo de R$ 40,00, exceto a bebida.

Por favor, divulguem e convidem. Além de discutir um importante tema, será uma oportunidade ímpar de estar entre amigos.