Comunicação e Gestão de Crises

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Comunicação e Gestão de Crises

Curso de extensão interdisciplinar nas áreas de Comunicação e de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) aplicado à gestão de crises políticas, institucionais ou empresariais, relacionadas com acusações de corrupção, de danos ao meio ambiente ou, ainda, de violações às boas práticas de cidadania. Assim, o objetivo é obter informações, conceitos e técnicas que permitam prevenir ou gerenciar crises de imagem de autoridades, instituições ou corporações privadas.

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Público

Destina-se aos profissionais da Comunicação (jornalistas e assessores de imprensa) e de Relações Institucionais e Governamentais (RIG), como também aos profissionais das áreas de Ciência Política, Ciência da Informação e similares que buscam ampliar seus conhecimentos na área de gestão de crises.

Especificações

Estrutura: Curso de 120 horas, com 10 módulos (disciplinas) de 12 horas

Duração: 5 meses (maio a setembro de 2018)

Turmas: até 30 participantes

Período: Oferta de 1 módulo a cada 15 dias (sextas-feiras à noite e aos sábados)

Investimento:

  • Curso completo: R$ 8.000,00
  • Associados Sagres ou Abrig (20% desconto): R$ 6.400,00

Parcelamento em até 6x sem juros ou 12x no cartão.

Contato: Profº Hugo Studart, coordenador – (61) 9.8522-0100.

Apresentação

A consolidação da Democracia no Brasil — com a combinação da autonomia do Ministério Público e a independência operacional crescente de órgãos públicos como Polícia Federal, Receita Federal, COAF e Banco Central — aliada à liberdade de expressão da imprensa, têm aumentado de modo substancial a capacidade de investigação e de punição à corrução de entes públicos e privados. Assim, nos últimos 10 anos o país foi transformado em permanente cenário de crises, envolvendo autoridades do governo, políticos e, mais recentemente, empresas privadas e estatais envolvidas em escândalos de corrupção.

Em outra vertente, demandas crescentes da sociedade por questões como cidadania e meio ambiente têm provocado crises corporativas, com acusações de trabalho escravo nas indústrias, homofobia e, ainda, desastres ambientais. Para gerir essa profusão de crises — que podem provocar estragos profundos na credibilidade das autoridades ou na imagem pública das empresas — são necessários profissionais especializados.

Relevante ressaltar que há 4 mil profissionais de RIG em atuação no Brasil, um mercado profissional em crescimento exponencial por conta da demanda da sociedade civil e das empresas pela defesa democrática de seus interesses. Com o recente reconhecimento da Atividade de RIG pelo Ministério do Trabalho, a previsão é a de que haja até 30 mil profissionais da área em atuação dentro de cinco anos, de acordo com a consultoria de head-hunter Odgers Berndtson. Contudo, é preciso antes qualificar os profissionais. Comunicação e Gestão de Crises é um nicho nesse novo mercado em expansão.

Vínculo Institucional (Certificação)

Instituto Sagres

O SAGRES é um instituto que reúne um grupo de profissionais com formação acadêmica diversificada, orientados a produzir e difundir conhecimentos em campos como planejamento e gestão estratégica, cenários prospectivos, inteligência, política e gestão de crise, dentre outros. Fundado em 2004, já realizou consultoria e capacitação para 33 parceiros, entre órgãos públicos e empresas privadas, como o Ministério Público do Trabalho, o Banco Central, a Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Instituto Euvaldo Lodi, da Confederação Nacional da Indústria.

Parceria:

Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais – Abrig

Corpo docente:

Homero Zanotta (Coordenador) – Doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado Maior do Exército, especialista em Inteligência e em gerenciamento de crises nas esferas pública e privadas. Possui MBA em Gestão Estratégica da Informação pela Fundação Getúlio Vargas (Brasília), e em Estratégia Executiva pela FGV-RJ. Especialista em Comunicação Social, atuou no Centro de Comunicação Social do Exército, em Brasília, e no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República de 2004 a 2011, onde participou de grupos de gerenciamento de crises. Experiência em análise organizacional, elaboração de diagnósticos comunicacionais e desenvolvimento de planos, projetos e programas de gestão pública e privada.
Hugo Studart (Coordenador) – Doutor e mestre em História Política pela Universidade de Brasília, jornalista, professor universitário e executivo de Relações Institucionais. Atuou como repórter investigativo, editor ou colunista nos maiores veículos do país, como os jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo; revistas Veja e Dinheiro; como Diretor e colunista da Isto É; e editor-chefe da Desafios do Desenvolvimento, do Ipea. Agraciado em diversos prêmios, como o Esso de Jornalismo e o Herzog de Direitos Humanos. Lecionou jornalismo na Fundação Casper Líbero (SP) e na Universidade Católica de Brasília; e, também, no MBA em Relações Institucionais no Ibmec e na Pós em Ciência Política na Upis. É pesquisador do Núcleo de Estudos da Paz e dos Direitos Humanos da UnB.
Mário Rosa – Jornalista, escritor e palestrante, é o primeiro consultor do país em gerenciamento de crises e gestão de reputação. Como jornalista, atuou nas principais redações do país: Jornal do Brasil, O Globo, revista Veja, TV Globo, Globonews. Como consultor de crises e de imagem, auxiliou em grandes corporações como: Grupo Cassino, Confederação Brasileira de Futebol, Ambev, Grupo Iguatemi, OAS, Camargo Correa e Opportunity. Prestou consultoria para políticos e figuras públicas de destaque, entre elas os ex-presidentes Fernando Henrique e Lula. É autor de quatro livros sobre gestão de crises: “A Síndrome de Aquiles” (2001), “A Era do Escândalo” (2003), “A Reputação na Velocidade do Pensamento” (2006) e “Memórias de um Consultor de Crises” (2017).
Egberto Ribeiro Salóes Do Amor – Analista e gestor de riscos e de fraudes, especialista em prevenção de crises no setor público. É Doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado Maior do Exército e auditor formado pelo Institute of Internal Auditors. Atuou como assessor do Controle Interno do Exército Brasileiro para os Jogos Olímpicos Rio 2016, como assessor do Controle Interno e Gestão de Riscos na Administração de Alto Nível do Exército e na Gestão de Riscos do Hospital das Forças Armadas. No Exército, foi comandante do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro e do 18o Batalhão Logístico, Campo Grande, MS. Possui vivência como docente em cursos de formação e especialização.
Raul Sturari – Doutor em Política e Estratégia pela Escola de Guerra Naval. Bacharel, Mestre e Doutor em Ciências Militares pelo Exército; Pós-Graduado em Pedagogia pela UFRJ; e Bacharel em Administração pelas Faculdades Salesianas. Foi Comandante da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, Secretário-Executivo do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e coordenador do Projeto “Brasil 3 Tempos”, de Prospectiva Estratégica. Professor de pós-graduação e consultor em projetos públicos e privados nas áreas de Planejamento e Gestão, Prospectiva e Dinâmicas Governantes. Organizador do livro Metodologia FIGE – Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica.
Romaly de Carvalho – Especialista em Psicologia Comportamental no Trabalho, consultora em Comunicação Interpessoal, Marketing Pessoal, Etiqueta Profissional e de Carreira. Possui MBA em Gestão da Ciência e Tecnologia pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou como professora convidada na FGV e como consultora do Programa VIP, da TV Gazeta, discutindo técnicas comunicação interpessoal e etiqueta profissional. Trabalhou como Coordenadora de Gabinete no Ministério da Ciência e Tecnologia; e como Coordenadora de Processos da FGV-Brasília. Autora dos livros “A sua imagem ajuda ou prejudica seus esforços para crescer na carreira?” e “Manual do adolescente popular: um guia de etiqueta e comportamento social”. Colabora com diversas revistas com artigos sobre comportamento profissional

Programação:

Data

Módulo

Gestão de Crise

Professor

27 de abril  – Palestra de Lançamento: Memórias de um Consultor de Crises Mário Rosa
25 e 26 de maio Módulo 1 A pedra e a vidraça: como lidar com a mídia Homero Zanotta e Hugo Studart
08 e 09 de junho Módulo 2 Metodologias e Ferramentas de Gestão de Crise de Imagem Mário Rosa
22 e 23 de junho Módulo 3 Formação de um Gabinete de Crise Hometo Zanotta
06 e 07 de julho Módulo 4 Técnicas de persuasão e Gestão de network Hugo studart
20 e 21 de julho Módulo 5 Inteligência e Contrainteligência na Gestão de Crises Hometo Zanotta e Hugo Studart
03 a 04 de agosto Módulo 6 Comunicação interpessoal aplicada às Relações Institucionais Romaly de Carvalho
17 e 18 de agosto Módulo 7 Ferramentas de gestão de riscos Egberto Salóes
31 de agosto e 01 de setembro Módulo 8 Prospecção estratégica para prevenção de crises Raul Sturari
14 e 15 de setembro Módulo 9 Análises de crises clássicas bem (ou mal) gerenciadas Homero Zanotta
28 e 29 de setembro Módulo 10 Novos atores das crises de cidadania: minorias, gênero, ecologia Hugo Studart

Conteúdos:

Palestra de lançamento: (4 horas)

 

1. Apresentação do curso e dos professores (Profo Hugo Studart)

2. Palestra: Memórias de um Consultor de Crises (Profo Mario Rosa)

3. Coffee break

4. Debates

5. Noite de Autógrafos para os livros do professor Mário Rosa

Módulo 1

A pedra e a vidraça: como lidar com a mídia (12 horas)

O objetivo deste módulo é buscar tecer um diálogo pedagógico entre um jornalista investigativo com grande experiência em provocar crises, e um especialista em comunicação com larga expertise na gestão de crises. A relação entre jornalistas (as pedras) e assessores de comunicação (as vidraças) diante de escândalos e crises institucionais. O jornalismo investigativo e as crises políticas; o fetiche pelo jornalismo “denúncia”; o interesse econômico por trás das investigações jornalísticas. A gestão cotidiana da mídia pelo assessor de comunicação. As demandas do repórter especializado, do editor e do colunista. Panorama dos grandes grupos de mídia brasileiros e a dependência econômica dos governos e dos bancos. Anatomia dos jornalistas influentes: quem é quem entre os editores, colunista, repórteres investigativos e setorizados. Como influir na construção dapauta dos veículos jornalísticos e dos formadores de opinião. Éticas e práticas: ou como funciona a cabeça dos jornalistas. A redução de danos em caso de escândalos. (Professores: Hugo Studart e Homero Zanotta).

Módulo 2

Metodologias e ferramentas de gestão de crise de imagem (12 horas)

O que é uma crise. Características e diferenças de escândalos, desastres, situações emergenciais e crises. As pessoas e as crises de imagem. A metáfora do calcanhar de Aquiles. As mídias e as crises. Possíveis conflitos éticos que não existiam. Reflexões sobre a percepção da verdade e os escândalos públicos. Apresentação de metodologias e de ferramentas para a gestão de crises de imagem em escândalos de corrupção, envolvendo agentes públicos e corporações privadas. A relação de confiança entre o sujeito-alvo e o assessor de crise. Visão dos públicos estratégicos: interno e de interesse. Comunicação pública, institucional, governamental e corporativa. Assessorias de Comunicação: onde a comunicação não atua e novas possibilidades: explorando pontos fortes e colaborando para minimizar vulnerabilidades. Quanto pode custar gerenciar uma crise. Os possíveis impactos das crises nas instituições e empresas. As novas tecnologias e a realidade dos olhos que tudo registram. (Prof Mário Rosa)

Módulo 3

Formação de um Gabinete de Crise (12 horas)

O gerenciamento do imprevisível. Níveis de tratamento das crises. Os indicadores de crises e o “semáforo” das crises. A composição básica e os requisitos essenciais necessários para composição do gabinete de crises. As características do Op-Center como sala de crises ou o centro de operações. Ações a realizar antes, durante e após as crises. Análise pós ação e as crises que não têm fim. Metodologias e ferramentas para a Gestão de Crise. Os “Pês” das crises: Prevenção, Planejamento, Papel (da imprensa), a Próxima (crise). O mapeamento dos stakeholders. As atitudes e os posicionamentos das instituições e empresas. Planos de condução de crises. Cuidados para não surgir uma crise dentro de outra. Cenários possíveis, uma crise pode surgir exatamente quando tudo parece estar sob controle. (Prof Homero Zanotta)

Módulo 4

Técnicas de persuasão e gestão de network (12 horas)

Os modelos de persuasão. Técnicas de abordagem de fontes de informação. Noções de PLN e de linguagem do corpo. Modelos de rede de contatos. Organização da agenda e hierarquização das fontes. Os bons e os maus momentos para iniciar a relação com a fonte. As características, diferentes demandas e persuasão de autoridades do Executivo, do Legislativo, do Judiciário, do Ministério Público e da polícia. Persuasão de assessores e subalternos.Técnicas apuração de informações de campo . A entrevista jornalística e a entrevista de inteligência. Pesquisa e preparação das entrevistas. O uso do off e o sigilo da fonte: éticas, práticas e violações. Gestão do deeptroath. Técnicas de apuração de campo aplicadas aos profissionais de RIG. Estudos de caso. (Prof Hugo Studart)

Módulo 5

Inteligência e contrainteligência na Gestão de Crises (12 horas)

A Inteligência Empresarial Estratégica – IE2. O papel do Gestor de Inteligência. O Universo prático de Inteligência Competitiva (IC) e o trabalho de IC nas organizações. Planejamento e prática de pesquisa para explicar ou justificar denúncias. Memória, conhecimento técnico e gestão de dados. A relação com o Ministério Público e as técnicas de “lavagem de informação suja”. A questão das fakenews e o engajamento em aplicativos e redes sociais como fontes de informação. Tratamento da “comunicação de risco”. Técnicas de redução de danos por meio de contrainformações. A contrainteligência e os riscos ocasionados pela perda de informações sensíveis. Estudos de casos. (Prof Homero Zanotta e Hugo Studart)

Módulo 6

Comunicação Interpessoal aplicada às Relações Institucionais (12 horas)

A Comunicação Interpessoal, o comportamento pessoal e os protocolos de etiqueta profissional como ferramentas para formação da imagem pessoal, da credibilidade e da autoridade. Noções de psicologia comportamental do trabalho. A psicologia do traje e da apresentação pessoal: como agregar valor à imagem por meio da roupa; vestimentas e acessórios em diferentes situações; os sabotadores de imagem. Técnicas de comunicação interpessoal: comunicação verbal e não verbal associada às técnicas de persuasão. Protocolos no dia a dia do trabalho: cumprimentos, reuniões de negócios, cartões de visita, o uso do celular, gafes, festa de trabalho, e-mail no trabalho, almoços de negócios. Noções de etiqueta à mesa. (Prof Romaly de Carvalho).

Módulo 7

Ferramentas de gestão de riscos (12 horas)

Riscos e Crises; Razões de gerenciar riscos; Compliance como indutor das boas práticas; COSO – Commitee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission: seu papel normativo; Imposição legal da gestão de riscos na Administração Pública do Brasil; Riscos: definições, tipos e o Apetite ao Risco. Análise de riscos: Matriz SWOT, fixação de objetivos e identificação de eventos potenciais para o desencadeamento da crise, estudo de caso: O portfólio de riscos potenciais para o surgimento de crises; Apresentação da sistemática de um gerenciamento de riscos. Imposição legal da gestão de riscos na Administração Pública: o papel dos órgãos de controle. A nova legislação de apoio. A Compliance e as boas práticas na esfera federal. Riscos Corporativos: fraude, ética e corrupção. Consequências da Operação Jato no contexto da análise de risco. A judicialização do administrador público. As metodologias de análise de riscos. A construção de uma matriz de risco e seus produtos. (Prof Egberto Salóes)

Módulo 8

Prospecção estratégica para prevenção de crises (12 horas)

Riscos e Crises; Razões de gerenciar riscos; Compliance como indutor das boas práticas; COSO – Commitee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission: seu papel normativo; Imposição legal da gestão de riscos na Administração Pública do Brasil; Riscos: definições, tipos e o Apetite ao Risco. Análise de riscos: Matriz SWOT, fixação de objetivos e identificação de eventos potenciais para o desencadeamento da crise, estudo de caso: O portfólio de riscos potenciais para o surgimento de crises; Apresentação da sistemática de um gerenciamento de riscos. Imposição legal da gestão de riscos na Administração Pública: o papel dos órgãos de controle. A nova legislação de apoio. A Compliance e as boas práticas na esfera federal. Riscos Corporativos: fraude, ética e corrupção. Consequências da Operação Jato no contexto da análise de risco. A judicialização do administrador público. As metodologias de análise de riscos. A construção de uma matriz de risco e seus produtos. (Prof Egberto Salóes)

Módulo 9

Análise de 20 crises bem (ou mal) gerenciadas (12 horas)

Análise histórica de casos clássicos crises bem ou mal gerenciadas. Temas para posições positivas em situações de crise. Casos a serem estudados: 1) Exxon Valdez; 2) British Petroleum, a plataforma Deepwater Horizon e o maior desastre ambiental dos EUA; 3) Coca Cola: quanto vale uma marca? 4)Tylenol; Union Carbide (Bhopal, Índia); 5) Dick Cheney, vice-presidente dos EUA; 6) Aspartame; 7) A história não tão secreta da retirada do amianto do porta-aviões Clemenceau; 8) O tsunami na Ásia: um caso clássico de apoio; 9) As charges muçulmanas e a liberdade de imprensa; 10) Volkswagen: um caso de globalização da crise. Estudos de Caso: 1) O caso dos gatos do Planalto: assessoria na vidraça e a situação de crise; 2) Escola Base de São Paulo; 3) Situação da crise da Varig: a morte da empresa; 4) As empresas aéreas do Brasil: qual a próxima crise; 5) A gripe aviária e o assessor “profeta do apocalipse”; 6) Inferno na P36: uma crise bem gerenciada e a “reunião da Ave Maria”; 7) A morte da irmã Dorothy na Terra do Meio: crise na Amazônia; 8) Parmalat Brasil; 9) Microvilar, da Shering do Brasil; 10) A onda de água no sertão: um gabinete de crises de longa duração. (Prof Homero Zanotta).

Módulo 10

Novos atores das crises de cidadania: minorias, gênero, ecologia (12 horas)

A construção dos Direitos do Homem e do Cidadão. As três gerações dos Direitos: O legado do Iluminismo, o legado do Socialismo (construção do Estado Providência), o legado do Século XX (pacifismo, filantropia e ONG’s sociais; grupos vulneráveis). Desafios do Século XXI: Minorias étnicas e as ações afirmativas no Brasil. Gênero: A história da emancipação da mulher; a luta pela liberdade afetiva (mulheres e homossexuais). O desafio dos vulneráveis e dos esquecidos: a história da inclusão de minorias como deficientes físicos, portadores de doenças mentais, crianças carentes, assistência a idosos e recuperação de dependentes químicos. Mídia e novos atores das crises de cidadania: minorias, gênero, ecologia. Construção e desafios do movimento ecológico. Culturalismo e relativismo. A tese da solidariedade entre as gerações e o conceito jurídico de direito dos não nascidos. Os novos movimentos sociais: A construção dos grupos sociais organizados com viés ideológico. As estratégias de luta no Século XXI: O dilema entre ativismo de confronto versus de negociação. A busca pelo politicamente-correto e pelas as boas práticas sócio-ambientais nas empresas. (Prof Hugo Studart)

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Leituras do Brasil: Interpretações sobre a História Política e Econômica Contemporânea

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Leituras do Brasil: Interpretações sobre a História Política e Econômica Contemporânea

RESUMO

O curso destina-se preferencialmente aos profissionais que necessitem de leituras dirigidas, interpretações e de fundamentação histórica, politica e econômica sobre o Brasil contemporâneo, tais como Relações Institucionais e Governamentais, Comunicação, Ciência Politica e Direito, ou ainda profissionais que estejam se preparando para concursos públicos.

ESPECIFICAÇÕES

Carga: 32 horas
Pré-Requisitos: curso livre
Turmas: mínimo 8 pessoas

METODOLOGIA

Aulas presenciais expositivas, apresentando uma panorâmica sobre os principais eventos da história política e econômica brasileira. Apresentação de personalidades relevantes de cada período histórico que, de alguma forma, ainda influenciam ou participam do Brasil atual. Indicação de interpretes e de bibliografia mínima para o aprofundamento nos temas de maior interesse dos alunos.

CONTEÚDO DAS AULAS

Modulo 1: Origens do sistema politico (4 horas)

Panorâmica sobre a historia politica brasileira, da Revolução de 1930 e a ascensão de Vargas, ate a queda de Joao Goulart, em 1964. As correntes politicas que emergiram com a Revolução de 1930. A organização do Estado por Vargas. A organização politica com tri partidarismo: PSD, PTB e UDN. O PSD e o modelo de clientelismo politico. A criação da CLT e do sindicalismo mantido pelo Estado. O trabalhismo e o PTB. O modelo populista: Pai dos Pobres e Mae dos Ricos. O nascimento da classe media urbana conversadora e a oposição da UDN de Eduardo Gomes. O PCB de Luiz Carlos Prestes e o ideal revolucionário. A proposta do Integralismo e a instauração do Estado Novo. O pacto de guerra e a criação da indústria de base. A queda de Vargas e a restauração da democracia. A volta de Vargas e a ascensão do nacionalismo econômico. Os anos Dourados de JK: 50 anos em 5 por meio da Marcha para o Oeste e da criação da indústria automobilística. As crises de Jango e o esgotamento do modelo populista. Indicações bibliográficas.

Modulo 2: Nascimento do Desenvolvimentismo (4 horas)

Reflexões sobre o nascimento do Estado moderno brasileiro, do modelo liberal de desenvolvimento e da ideologia da estatização. O new deal de Roosevelt. A Conferencia de Bretton Woods e o triunfo de Keynes na criação do Sistema Financeiro Internacional. Roberto Simonsen e a proposta liberal da FIESP. Goes Monteiro e a proposta do Exercito de acelerar o desenvolvimento por meio de Estatais. Leituras e interpretações sobre o Brasil sobre o Brasil clássico: 1. Raymundo Faoro, Os Donos do Brasil (tese do patrimonialismo). 2. Sergio Buarque de Holanda, Raízes do Brasil ­(tese do Homem Cordial). 3. Oliveiros Ferreira, O Partido Fardado ­(tese do projeto estatal desenvolvimentista das Forças Armadas). 4. Roberto Campos, A Lanterna na Popa ­(visão liberal do período). Indicações bibliográficas.

Modulo 3: Regime militar de 1964 (4 horas)

Apresentação das diferentes interpretações sobre o Movimento de 1964, a reação das esquerdas com a luta a arma e a instauração da autocracia e da repressão pelas Forças Armadas. A morte de Stalin, a adesão a Gramsci e crise do Movimento Comunista Internacional. O racha do Partido Comunista Brasileiro. As revoltas dentro das Forças Armadas. A escalada da radicalização ideológica no governo Jango e a guerra civil iminente. O comício da Central do Brasil. As Marchas da Família com Deus e pela Liberdade. Cinco obras referencia. Rene Dreifuss e a tese da aliança civil militar. Jacob Gorender e a tese da reação ao golpe. Daniel Aarão Reis e a tese da ação estratégica. Luis Mir e a tese do contexto internacional. A hipótese do Exercito dividido. As 47 organizações de vanguarda. Os principais marcos da luta armada. O saldo do fratricídio. O nascimento do sindicalismo no ABC e a fundação do PT. A fase de transição: Anistia, luta pelas diretas, governo civil e Constituinte. Personagens daquele tempo. Indicações bibliográficas.

Modulo 4: Do milagre econômico à década perdida (4 horas)

Panorâmica do modelo econômico de 1964 ate 1994. A grande reforma do Estado: Banco Central, CMN, BNDE, Ipea, Sistema Financeiro da Habitação. O salto da infraestrutura por meio das Estatais. Reforma da educação e o Mobral. O avanço para a Amazônia e a reforma agraria. O modelo de financiamento do crescimento. Indicadores econômicos e sociais do período. A grande crise do petróleo. A crise financeira interna e a intervenção do FMI. O período de hiperinflação e os planos econômicos do governo Sarney. O choque de neoliberalismo de Collor. A economia em anomia. Personagens daquele tempo. Indicações bibliográficas.

Modulo 5: A Era FHC: Neoliberalismo e reforma do Estado (4 horas)

Os fundamentos do Consenso de Washington. A implantação do Plano Real 1. A globalização e crise da indústria nacional. A retomada industrial pela produtividade e o nascimento das primeiras multinacionais brasileiras. A privatização e a redefiniçao do papel do Estado. As agencias reguladoras. A reforma do ensino e o choque de educação. A Comunidade Solidaria, a estruturação da politicas sociais de injeção direta de renda. A crise da Ásia e o Plano Real 2. O tripé macro econômico. Personagens daquele tempo. Indicações bibliográficas.

Modulo 6: A Era Lula: populismo e presidencialismo de coalizão. (4 horas)

O triunfo da suposta “esperança” sobre o “medo”. A manutenção do Plano Real e do tripé macro econômico. O aprofundamento do modelo de presidencialismo de coalizão. A opção pelo aparelhamento do Executivo pelo pragmatismo fisiológico no Congresso. O Bolsa Família e o aprofundamento das politicas de injeção direta de renda. O escândalo do Mensalão. A queda do comissário Dirceu e a ascensão da gerentona Dilma. O ombudsman Lula renasce das cinzas. A desistência das reformas estruturais. A opção pelo populismo e pela economia de consumo. O crescimento econômico, a ascensão da nova classe media e dos milionários emergentes. Fundamentos da nova classe media: estabilidade econômica, educação e politicas de consumo. A eleição da sucessora. Personagens daquele tempo. Indicações bibliográficas.

Modulo 7: O Brasil do nosso tempo (8 horas)

1. Quem manda no Brasil: a criação do modelo de concentração econômica por meio do BNDES e dos fundos de pensão das Estatais. A criação dos oligopólios e o financiamento de campanha. 2. Uma panorâmica historia sobre os fundamentos do messianismo politico: de Moises a Lula. 3. Indicações bibliográficas para compreender nosso tempo: Arendt, Bloch e Bauman.

ORIENTADOR

Prof-Dr. Hugo Studart – Jornalista, professor universitário e executivo de Relações Governamentais. Graduado em Jornalismo pela Universidade de Brasília-UnB; especialização em Ciência Política, mestre e doutor em História Politica, também pela UnB. Como jornalista, atuou como repórter de econômico e politico nos principais veículos do país, como Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo; como editor de Política e colunista nas revistas Veja, Manchete e Dinheiro; como Diretor e colunista da IstoÉ; além de editor-chefe da revista Desafios do Desenvolvimento, do Ipea. Foi agraciado em diversos prêmios, como o Esso e o Abril de Jornalismo, e o Prêmio Wladimir Herzog de Anistia de Direitos Humanos. Experiência de 16 anos em funções executivas, com ênfase em Relações Governamentais e conteúdo jornalístico. Experiência em campanhas políticas na área de pesquisa de informações (Inteligência) e em gestão de crise. Como professor, lecionou na Fundação Casper Líbero, São Paulo, e na Universidade Católica de Brasília. É pesquisador do Núcleo de Estudos da Paz e dos Direitos Humanos da Universidade de Brasília, UnB, e professor no curso de Pós Graduação (MBA) em Relações Institucionais do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais – Ibmec. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal.

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Cursos na área de Inteligência

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Cursos na área de Inteligência

Inteligência

Apresentar os principais conceitos e processos da atividade de Inteligência, bem como sua interface com o planejamento e gestão estratégica. No decorrer do curso o capacitando se colocará no contexto de um núcleo de Inteligência, permitindo que este desenvolva tarefas de produção e proteção do conhecimento. Ao final, o capacitando estará em condições de coordenar as atividades de Inteligência de um núcleo de Inteligência.

Análise de Inteligência

Este módulo é voltado inteiramente para a formação do analista de Inteligência. Nele são apresentadas as principais questões para a formação e o trabalho do analista, processos de trabalho e técnicas de apoio a análise. Os trabalhos serão realizados com o apoio do software Augures. Ao final do módulo, o capacitando estará em condições de realizar trabalhos de análise com maior eficácia, estando em condições de escolher o melhor processo e a melhor técnica de apoio à análise, para cada situação. Melhor aproveitado se o(s) capacitando(s) já possuírem o Curso de Inteligência ou conhecimentos equivalentes.

Entrevista de Inteligência

Este módulo apresenta as peculiaridades de uma entrevista de Inteligência e as técnicas e artifícios utilizados na obtenção de informações diferenciadas para o processo de produção de inteligência. Curso extremamente prático, objetiva que ao seu término o capacitando esteja em condições de identificar pessoas de interesse que possam vir a serem entrevistas, planejar e realizar tal entrevista.

Turmas de até 30 pessoas, mínimo de 6 pessoas
Turmas de até 12 pessoas, mínimo de 6 pessoas
Turmas de até 6 pessoas, mínimo de 3 pessoas
Carga horária: 40 horas
Carga horária: 40 horas
Carga horária: 36 horas

Facilitador:

Fernando do Carmo Fernandes é mestre em Aplicações Militares pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército. Especialista em Inteligência pela Escola de Inteligência Militar do Exército (EsIMEX) e pós-graduado em Inteligência Estratégica pela Universidade Euroamericana de Brasília e em Gestão Estratégica Corporativa pela Universidade Católica de Brasília. Possui os cursos Básico, Intermediário e Avançado de Inteligência do Exército e de Técnica de Entrevista pela Escola de Inteligência da Agência Brasileira de Inteligência (Esint/Abin). É certificado no Competitive Intelligence Professional (CIP™-I) pela Academy of Competitive Intelligence (ACI).

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Curso de Gestão de Crise de Imagem e Reputação

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Curso de Gestão de Crise de Imagem e Reputação

Carga horária:

16 horas

Público-alvo:

empresários, executivos e gestores de organizações que lidam com a imprensa

Objetivo:

O curso tem como objetivo apresentar conceitos e etapas necessárias para a gestão de crise de imagem. Ao final do curso os participantes serão capazes de saber identificar os sintomas de uma crise de imagem com a opinião pública, tendo condições de prepararem um plano de prevenção e gestão de crise para suas organizações, sendo capacitados a lidarem com a imprensa em períodos de crise.

O curso contempla a participação de profissionais da TV, como filmagem e edição de imagens.

Custo:

a consultar

Nr de participantes:

Turmas com máximo de 15 pessoas

Duração:

2 dias seguidos, ou a ajustar

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Workshop: Gestão do tempo ou gestão de vida?

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Workshop: Gestão do tempo ou gestão de vida?

1. Apresentação

Esse workshop engloba o resultado de uma análise meticulosa, durante os últimos 15 anos, da literatura técnica, de cursos, palestras, vídeos e seminários sobre o assunto, além de centenas de entrevistas com profissionais das mais diversas áreas. Propõe uma reflexão diferenciada sobre o tema, que se desdobra na própria questão inicialmente proposta: existe gestão do tempo considerando-se os aspectos práticos na vida de uma pessoa? A assimilação de técnicas orientadas para maior eficiência pessoal, como propõe a maioria dos seminários, cursos e palestras sobre o assunto, esgota o tema?

2. Público

Destina-se a pessoas psicologicamente maduras e que estão insatisfeitas com o resultado de seus esforços para atender as infindáveis demandas externas (profissionais, familiares, de grupos de relacionamento próximo) ou internas (cuidados com o próprio corpo, e/ou com o desenvolvimento intelectual ou espiritual), a que estão submetidas no dia-a-dia.

O workshop pode ser conduzido para atender profissionais de áreas específicas, como advogados, empresários ou candidatos a concursos públicos.

3. Metodologia

Focada em aprendizagem vivencial por meio de exercícios estruturados (individuais ou em grupos) e de leitura de textos selecionados, de apresentações verbais, discussões e debates.

Cada turma terá, no máximo, 24 participantes

4. Da Duração

Total de 8 horas de trabalho, que podem ser conduzidas em um único dia, ou em dois, com turnos de quatro horas.

5. Do Programa

  • Uso individual do tempo – mapeamento inicial.
  • Características do tempo.
  • Necessidades pessoais.
  • Engolidores de tempo: apresentação, diagnóstico e técnicas. Análise critica.
  • Hábitos & Modelos Mentais. Zumbis & robôs.
  • Identificando prioridades. Modelo e análise critica.
  • Multiplicadores de tempo: apresentação.
  • Desenvolvimento Pessoal & Profissional. Instrumentos usuais. Análise critica. Apresentação de Modelos eficazes.
  • Mudando hábitos, atitudes e comportamentos. Planejando e monitorando a mudança.

6. Resultados esperados

Como resultado da participação no workshop pretende-se:

  • permitir tomar conhecimento dos fatores que dificultam um bom e adequado uso do tempo no que diz respeito aos diversos papéis que representamos na sociedade: profissional, familiar, conjugal e social (competência cognitiva).
  • permitir a tomada de consciência (identificação de pontos cegos) de atitudes e comportamentos que dificultam usar o tempo de que dispomos para atingir os objetivos que consideramos importantes em nossas vidas (competência atitudinal).
  • obter o desenvolvimento da competência dos participantes na aplicação, no dia-a-dia, das técnicas apresentadas (competência operacional).

Assim, os participantes terão oportunidade de tomar decisões de ordem prática, orientadas para uma consciente adequação do uso do tempo de que dispõem aos seus objetivos de vida.

Facilitador:

Rodolfo de Mello Prado

Bacharel em Direito pela UFMG (1963), inscrito na OAB/DF. Administrador, inscrito no CRTA do D.F. Especialização em “Management”, pelo International Institute for Management Development-IMD, da Universidade de Lausanne, Suíça(1979 e 1999). Especialização em Recursos Humanos pela Escola Brasileira de Administração Pública – EBAP/FGV/Rio. Especialização em Planejamento Estratégico pela Fundação João Pinheiro (professores da Graduate School of Business Administration / Columbia University, NY); pelo Tavistock Institute of Operational Research, de Londres, em convênio com a Fundap, S.P., e em Planejamento Governamental pelo CENDEC. Especializado em Desenvolvimento Organizacional e credenciado como Consultor pela Organization Development Associates – USA. Especialização em Análise Gerencial de Problemas e Tomada de Decisões pela Kepner-Tregoe, International, de Princeton, New Jersey, USA. Ex-consultor do SEBRAE, atuou, nacionalmente, como facilitador em mais de 120 seminários Empretec. Conta com mais de 10.000 horas em sala de aula, conduzindo programas de qualificação gerencial e de empreendedorismo. Presidente do Conselho Consultivo do Instituto Sagres de Política e Gestão Estratégicas Aplicadas.

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Prof. Rossana Pavanelli lança Curso de Post-MBA em Gestão da Inovação na FGV

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O curso — desenhado e coordenado pela associada do Sagres Rossana Pavanelli — é 100% prático e com foco na inovação e em ferramentas a serem aplicadas no setor público e na iniciativa privada. Aulas quinzenais – sexta à noite e sábado de manhã. Início: 22 de setembro de 2017. Primeira turma do país em Brasília.

Critérios para seleção: ter realizado pós-graduação lato sensu ou MBA, independentemente da área de especialização, e ter experiência profissional para aplicação dos conceitos e ferramentas compartilhados.

Serão aceitos alunos egressos de outras instituições, não sendo o curso restrito a alunos da FGV. Apresentação de currículo, de carta(s) de referência (preferencialmente vinda do mercado de trabalho/da organização em que atue) e entrega de defesa, em uma lauda/página, do porquê participar do curso, de como o curso poderá colaborar para a formação profissional e de como o(a) candidato(a), como aluno(a) pode contribuir às discussões ao longo do programa.

Informações adicionais e pré-inscrições no link (sem custo):
http://m.mgm-brasilia.fgv.br/cursos/post-mba-gestao-inovacao

Curso de Inteligência no Timor Leste

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Atendendo a um convite do Parlamento Nacional do Timor Leste, o Consultor e Diretor de Inteligência do Instituto Sagres, Fernando Fernandes, ministrou no período de 07 a 11 de novembro o Curso Intensivo de Inteligência para integrantes dos órgãos de Segurança e Defesa daquele país. Com 32 horas, o curso abordou os principais assuntos daquela atividade, como seus fundamentos, produção e proteção do conhecimento, técnicas acessórias de Inteligência e técnicas de apoio à análise de Inteligência. O evento serviu para promover a capacitação e aperfeiçoamento de parcela dos recursos humanos daquele país, bem como rever antigos amigos timorenses e estreitar os laços com algumas autoridades locais.

Curso de Gestão Estratégica de Crises

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Curso de Gestão Estratégica de Crises

O estudo da gestão de crises analisa e deixa à mostra algo que é temido pelo grau de incerteza, por seu nível de imprevisibilidade, seja em função do obscuro final que não se consegue antever ou pelo que já ocorreu em casos clássicos, de escândalos que afetam a imagem de instituições e de pessoas. Importante assinalar que inexiste fórmula determinista para o gerenciamento de crises.

1. OBJETIVO DO CURSO

Desenvolver nos participantes a competência estratégica voltada para gestão em situações de crises, capacitando-os ao exercício da macrogestão de instituições em contextos organizacionais complexos – públicos e privados – sujeitos a processos de mudanças contínuas.

2. PÚBLICO ALVO

Servidores do Executivo, Legislativo e Judiciário; aspirantes a cargos de direção e assessoramento no setor público; empresários e acadêmicos interessados no estudo da gestão estratégica de instituições, cujos resultados dependam fundamentalmente de capacitação na administração de sistemas complexos.

3. CONTEÚDO GERAL (ementa)

Estudo e gestão (gerenciamento) de crises; concepção de crise, como se faz a gestão de uma crise e suas ocorrências; histórico e estudo de casos; tipologia das crises e níveis de tratamento (estratégico, tático e operacional); estrutura e cargos/funções na gestão de crises; estudo acerca dos indicadores gerais de crises (IGC) e a visão de que o inusitado pode acontecer; possíveis e repercussões; condutas mais eficazes antes, durante e após as crises; análises de risco e a continuidade do negócio; principais temas atuais e novas vulnerabilidades; características das crises e os impactos do inesperado; planos de ação, de emergência e de assistência a familiares; a comunicação nas crises e técnicas de relacionamento com a mídia; Centro de Gerenciamento de Crises e o Op-Center; oficinas de estratégia de gestão de crises (EGC). A questão da ocorrência do possível “efeito dominó” das crises bem como sua gestão continuada.

4. MÓDULOS DE APLICAÇÃO

O curso voltado para a gestão de crises é flexível em sua aplicação. Os temas podem ser tratados especificamente para determinadas contingências ou situação próprias de cada Da mesma forma como outros cursos do Instituto Sagres, podemos pensar em módulos de aplicação e capacitação.

  • Módulo Básico de 12 horas, no qual se trataria de conceitos gerais e princípios de atuação
  • Módulo Intermediário de 24 horas, onde seriam abordados além do módulo anterior, características das crises e os impactos do inesperado; planos de ação, de emergência e de assistência a familiares; a comunicação nas crises e técnicas de relacionamento com a mídia;
  • Módulo Avançado de 36 horas, onde toda a ementa prevista seria abordada.

5. INVESTIMENTO

  • Cursos abertos e palestras
  • Cursos in company: mediante consulta
  • Datas: a determinar

O investimento é variável em função de fatores como localização geográfica da organização, sua estrutura e qual o nível de abordagem a ser conduzida

6. PROFESSOR/FACILITADOR

Normalmente o curso incorpora outros especialistas conforme for o caso ou também é integrado em outras atividades (ver Metodologia FIGE).

Homero José Zanotta Vieira é Doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado Maior do Exército. Possui experiência na condução de grupos de gerenciamento de crises nas esferas pública e privada. Possui MBA pela Fundação Getúlio Vargas (Brasília) em Gestão Estratégica da Informação e MBA e pela FGV RJ na temática de estratégia executiva. Qualificado, também, para análise organizacional, elaboração de diagnósticos comunicacionais e desenvolvimento de planos, projetos e programas.

Endereço:

SHCN CL Qd 309, bloco B, sala 211/A, Asa Norte 70.755-520 – Brasília, DF

Telefone:

(61) 3272-7078

e-mail:

homero.zanotta@sagres.org.br

Curso Gestão Estratégica Prospectiva

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Curso Gestão Estratégica Prospectiva

Programa Completo: 64 horas de atividades

No contexto cambiante que caracteriza a atual era do conhecimento, planejar simplesmente com base em análises conjunturais, apoiadas em passado recente, tem sido a principal receita para o fracasso dos planos estratégicos organizacionais. Daí a importância da Prospectiva Estratégica, oferecendo cenários de longo prazo que permitam reduzir as incertezas e identificar rupturas de tendência, induzindo medidas proativas a serem adotadas no curto e no médio prazos, para a construção do melhor futuro possível

O planejamento, como o principal pilar da gestão organizacional, é um processo contínuo de definição e adoção de estratégias, de orientação, alinhamento e desdobramento do nível estratégico para os níveis tático e operacional, contemplando, inclusive, as atividades necessárias à execução. Isso tudo com base em acurada avaliação diagnóstica e conhecimento possível do que poderá ocorrer no futuro.

A Prospectiva, portanto, não está isolada no contexto organizacional, e sim colocada como base para a elaboração do Plano Estratégico, conforme preceitos não somente estabelecidos por renomados autores, mas também codificados a partir das experiências vivenciadas pela equipe de professores facilitadores e mediadores da aprendizagem.

O ciclo se completa com um bem articulado sistema de monitoramento e avaliação, permitindo aferir os progressos — em face das expectativas — e adotar oportunas medidas corretivas.

Desse modo, o curso Gestão Estratégica Prospectiva se traduz no cerne da Metodologia FIGE – Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica, configurando, sinteticamente, um modelo de gestão consistente, proativo, dinâmico e flexível, que implica os melhores resultados e agrega valor para a organização e para a sociedade.

Conteúdo geral:

Introdução e ambientação

  • Apresentação da Metodologia FIGE – Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica
  • Planejamento Estratégico e Gestão Estratégica
  • O que é estratégia – formulação da estratégia
  • O planejamento por cenários

Intenção Estratégica

  • Reflexão crítica sobre a identidade da organização
  • Definição do Negócio
  • Declaração da Missão, da Visão e dos Valores organizacionais
  • Identificação dos Fatores Críticos de Sucesso

Avaliação Diagnóstica

  • Análise dos ambientes interno e externo
  • Mapeamento dos atores
  • Análise SWOT

Análise prospectiva

  • Aplicação de Técnicas de Análise Prospectiva, com ênfase em Análise Morfológica conforme o Modelo SAGRES
  • Interpretação e descrição de Cenários: de Referência, Otimista e Foco.

Planejamento de longo prazo (estratégico)

  • Uso da ferramenta Balanced Scorecard
  • Definição dos Objetivos Estratégicos, indicadores e metas de longo prazo
  • Construção do Mapa Estratégico de longo prazo

Planejamento tático

  • Aplicação de Modelos e Técnicas de planejamento tático
  • Alinhamento organizacional e desdobramento do Plano Estratégico para Planos Táticos
  • Definição dos objetivos de contribuição
  • Construção de Mapas de Contribuição
  • Identificação de indicadores e metas de contribuição
  • Elaboração de Portfólios de projetos, iniciativas e processos

Planos operacionais

  • Aplicação de Ferramentas e Técnicas de planejamento operacional
  • Alinhamento do nível tático para áreas operacionais
  • Elaboração de Planos de Ação dos Projetos e Iniciativas
  • Elaboração de Portfólio de indicadores e metas operacionais
  • Construção dos Cronogramas de Execução

Execução

  • Implementação de Ferramenta de Monitoramento e Avaliação
  • Acompanhamento e aplicação de medidas corretivas
  • Modelagem de Reuniões de Avaliação da Estratégia

Complementando a metodologia FIGE

  • Ferramentas informatizadas de gestão estratégica (SW)
  • Análise de Dinâmicas Governantes (ADG)
  • Comunicação Social
  • Inteligência Estratégica

Módulo básico – 12 horas

Consiste na apresentação conceitual sobre Prospectiva Estratégica, enriquecida de exposições sobre casos práticos de aplicação dos métodos e técnicas mais conhecidos e praticados. Ao final, o aluno reconhecerá a importância da Prospectiva no contexto organizacional e estará em condições de aprofundar seus conhecimentos em outras fontes.

Módulo intermediário – 20 horas

Tem como pré-requisito o módulo básico. Detalha os principais conceitos e inclui o desenvolvimento de exercícios básicos de aplicação. Ao final, o aluno irá compreender e internalizar as principais dificuldades e características dos métodos e técnicas envolvidos na metodologia.

Módulo avançado – 32 horas

Tem como pré-requisito o módulo intermediário. Consiste na realização de exercícios simulados que incluem a Intenção Estratégica, o Diagnóstico, os Cenários Prospectivos e o Mapa Estratégico corporativo, adaptado de Kaplan e Norton, criadores do Balanced Scorecard. Ao final, os participantes terão internalizado um método de aplicação da Prospectiva e de elaboração do Plano de Longo Prazo.

Investimento

A definir com a organização cliente

Facilitadores

Raul Sturari Doutor em Política e Estratégia. Especializado em Pedagogia e graduado em Administração. Foi Secretário Executivo do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e coordenador do Projeto “Brasil 3 Tempos”, de Prospectiva Estratégica. Professor de pós-graduação e consultor em projetos públicos e privados de Planejamento, Prospectiva e Gestão Estratégica. | Currículo Lattes

Verônica Korílio – Economista e Administradora. Professora e pós-graduada em Administração Pública, em Contabilidade Pública, em Administração Financeira e Orçamentária, em Gestão Estratégica de Pessoas. Possui MBA em Gestão Empresarial com docência superior. Instrutora da Escola de Administração Fazendária – ESAF e da Escola de Administração Pública – ENAP. Consultora em projetos públicos e privados de Planejamento e Gestão Estratégica. | Currículo Lattes

Mário Andreuzza – Doutor em Política, Estratégia e Alta Administração. Pós-graduado em Gestão Empresarial e Especializado em Planejamento, Gestão Estratégica e Gestão de Projetos. Possui MBA Executivo da Fundação Getúlio Vargas – RJ e curso de Análise de Inteligência da Escola Nacional de Inteligência. Professor de pós-graduação e consultor em projetos públicos e privados de Planejamento, Inteligência e Gestão Estratégica

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Sagres realiza curso de Planejamento Estratégico Prospectivo

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De 17 a 21 de setembro, o Instituto Sagres realizou os módulos básicos de intermediário do curso de Planejamento Estratégico Prospectivo em suas instalações em Brasília. O trabalho foi conduzido pelo Diretor de Prospectiva do Instituto Sagres ― Raul Sturari ― e contou com a participação de alunos de Instituições Publicas e Privadas.

O modulo avançado será realizado no período de 22 a 26 de outubro.

Alunos e Professores ao final do módulo intermediário. (Da esquerda para a direita – Rodolfo Prado; Raul Sturari; Carol Barreto; Dionara Andreani Barbosa; Baena Souto; Rita Scardini e Mário Andreuzza)

Alunos e professores durante o coffee-break