A política e a estratégia nacionais influenciam enfaticamente o cotidiano de todos os cidadãos, mesmo daqueles que não sabem ou não desejam essa realidade.

A política, em seu sentido amplo, define “o que” fazer, apontando os rumos a serem seguidos; e a estratégia, por sua vez, busca indicar “como” deve ser feito, à luz dos recursos disponíveis, dos antagonismos e da conjuntura que envolve a Nação.

Discutir política e estratégia nacionais é, antes de tudo, uma obrigação e um dever de toda pessoa que reivindica, para si, o direito de desfrutar da mais plena e ampla cidadania.

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A conjuntura nacional inspira estudos e análises que levaram o Grande Oriente do Distrito Federal (GODF), o Instituto SAGRES – Política e Gestão Estratégica Aplicadas e a Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG), de Brasília, a unirem-se em parceria na realização do Seminário de Assuntos Estratégicos.

No primeiro painel, realizado na noite de 9 de março de 2016, o General-de-Exército Darke e o General-de-Exército Santa Rosa discorreram sobre a “Avaliação Diagnóstica da Conjuntura Nacional” e “A Crise Brasileira”, sob a moderação do Coronel Valtir de Souza, diretor do Instituto Meira Mattos, do Rio de Janeiro.

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Em seguida, o Prof. Vidigal, da UnB, e o Prof. Denis Rosenfield, do Instituto Millenium, realizaram exposições relacionadas aos “Grandes Contenciosos do Brasil” e aos “Antagonismos Nacionais”, sob a moderação do Prof. Marcelo Rech, do Instituto InfoRel de Relações Internacionais e Defesa.

No dia 10, os trabalhos foram abertos por Raul Sturari, Vice-Presidente do Instituto SAGRES – Política e Gestão Estratégica Aplicadas, discorrendo sobre “Um Projeto de Futuro”. A seguir, a Prof. Yaeko, da UnB, expôs suas ideias sobre “Como Reverter a Situação do País”. Os debates foram moderados pelo Prof. Paulo Henrique, da ADESG.

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Encerrando o evento com chave de ouro, houve a palestra magna do General Etchegoyen, Chefe do Estado-Maior do Exército, discorrendo sobre “O Brasil Pós-Crise”, com a moderação do Sr. Marcos Melo. Os debates foram intensos, demonstrando o interesse e a qualidade do público de mais de duzentas pessoas que — preocupado com os destinos do País — abrilhantou o evento.

Durante essas profícuas horas, foi possível constatar uma realidade conjuntural extremamente complexa, exigindo soluções igualmente complexas e que, obrigatoriamente, passam pelo esclarecimento, pela reunião e pela mobilização das pessoas livres e de bons costumes que desejam legar — aos filhos e netos — um Brasil livre da corrupção, da má gestão e do patrimonialismo.

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