O Modelo Sagres de Gestão Organizacional

A palavra modelo, derivada do latim modulus, remete à forma de ordenamento das partes que compõem um conjunto, servindo de exemplo ou norma de determinada situação. Assim, espera-se que um Modelo de Gestão deva orientar a forma de atuação de uma organização, abranger todas as etapas do ciclo de gestão e tratar dos diferentes elementos do ambiente corporativo. Em tempos de velozes mudanças e transformações, um bom Modelo de Gestão precisa oferecer orientações e linhas mestras de atuação para um caminho consistente, com apoio de técnicas e ferramentas perfeitamente aderentes, apropriadas e adaptáveis à realidade de cada organização em particular.

Aspectos Jurídicos em Saúde e Mitigação de Riscos

Abordagem das principais legislações no âmbito da saúde e seus reflexos para as organizações e usuários do sistema de saúde, seja público ou privado. Apresentando os avanços e retrocessos desse complexo ambiente de múltiplas interfaces. Destina-se a gestores, acadêmicos e profissionais que atuam, direta ou indiretamente, na gestão de serviços de saúde individual ou coletivo, propiciando uma visão sistêmica dos riscos inerentes às atividades que envolvem esses serviços e a responsabilização civil e penal dos profissionais e gestores.

Prontuário e Termo de Consentimento Informado – Riscos e Prevenção da Judicialização

Apresenta de forma didática os principais aspectos jurídicos que norteiam a prestação de serviços e os profissionais de saúde executores no registro do atendimento (Prontuário e TCI) e a evolução (descrição) dos cuidados ao paciente, com foco na prevenção de conflitos e mitigação dos riscos de responsabilização civil e penal. Destina-se a gestores, acadêmicos e profissionais de saúde (médico, enfermeiro, nutricionista, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e outros).

O Futuro da Saúde

A Saúde apresenta-se com imensos avanços científicos-tecnológicos que enseja a necessidade de convergência de multidisciplinaridade de conhecimentos e preparação dos profissionais e consumidores, para a Era da Saúde do Futuro, com impactos e modificações em diversos aspectos da vida (políticos, ambientais, econômicos e sociais). Destina-se a gestores, acadêmicos e profissionais que atuam, direta ou indiretamente, na gestão de serviços de saúde individual ou coletiva.

Mercado de Saúde e Empregabilidade

O Mercado Brasileiro de Serviços em Saúde é um dos mais promissores e atraentes do mundo. As mudanças e desafios no sistema de saúde mundial, enseja a necessidade de preparação dos profissionais e gestores de saúde do futuro. Quanto mais adaptado o profissional for, maior a sua empregabilidade. Profissionais que já estão no mercado devem atualizar-se, adquirindo novos conhecimentos e habilidades, mas, principalmente, desenvolvendo comportamentos que os qualifiquem para trabalhar com a inteligência, a inovação, o planejamento e a resolução de problemas.

Sistema de Saúde Brasileiro – Cenários e Perspectivas

Abordagem ampla do Sistema de Saúde Brasileiro Público e Privado, com foco nos cenários econômico, político, social e jurídico. Demonstrando suas interfaces e impactos na saúde individual e coletiva da população e os principais desafios para os profissionais e gestores desse complexo mercado e suas perspectivas de futuro.

Prospectiva Estratégica — um diferencial competitivo

Planejar simplesmente com base na conjuntura atual e no passado que a explica tem sido um relevante fator de fracasso, evidenciando as ferramentas de Prospectiva Estratégica como subsídio para o Planejamento e a Gestão, no Século XXI.

A ferramenta Balanced Scorecard, sua aplicação e efetivas contribuições

Nesta era de trabalhadores do conhecimento, estratégias devem ser executadas em todos os níveis da organização. É preciso mudar os comportamentos e adotar novos valores. A chave para essa transformação é inserir a estratégia no centro do processo gerencial. Kaplan e Norton (1997)

Dinâmicas Governantes e a força dos atores

Combinando Inteligência Competitiva, Teoria dos Jogos e Negociação, as Dinâmicas Governantes constituem uma marca do Instituto SAGRES e encerram métodos e práticas construídos e sistematizados com base em consistente literatura e experiências vivenciadas pela equipe em diversos projetos desenvolvidos junto a organizações públicas e da iniciativa privada.

A Comunicação Social em múltiplas dimensões

Como disciplina de apoio da Metodologia FIGE, a Comunicação Social é empregada em seu sentido mais amplo, englobando estudos em áreas como: Jornalismo, Publicidade, Propaganda e Marketing, Radialismo e Televisão, Relações Públicas e Produção Editorial e Cultural, entre outras. Como ciência social aplicada, encontra-se presente nas múltiplas dimensões do mundo contemporâneo e desponta como essencial para o sucesso da estratégia organizacional, desenvolvendo processos relacionados à informação, à persuasão e ao entretenimento de indivíduos ou públicos de interesse.

A Intenção Estratégica como Identidade e Ponto de Partida

Declarar a Intenção Estratégica significa desenhar o perfil e criar uma identidade da organização, hoje e no futuro. É minimamente composta pela Missão, pela Visão e pelos Princípios e Valores, mas, sempre que adequado, deve incluir o Negócio, os Fatores Críticos de Sucesso (FCS). Identificar, compreender, internalizar e aceitar os componentes da Intenção Estratégica é o mínimo que se espera de cada um dos integrantes da organização — desde a alta direção até as estruturas operacionais — facilitando o entendimento das respectivas funções.

Avaliação Diagnóstica X Diagnóstico — Convergências e Divergências

A Avaliação Diagnóstica pressupõe quatro vertentes: produção de conhecimento efetivo ou em confirmação sobre a organização e a conjuntura externa; as dimensões de análise; a abrangência espacial; e a variação temporal. Uma Avaliação Diagnóstica mal elaborada ou sem profundidade pode levar a cenários e a objetivos estratégicos equivocados, prejudicando todo o ciclo de gestão.

O Planejamento Estratégico como Efetivo Instrumento de Gestão

O mais forte argumento para se discutir o tema “planejamento” nasce da reflexão de que a sociedade, à medida que se desenvolve, torna-se mais complexa. O mundo cada vez mais conectado pelas telecomunicações vem propiciando uma revolucionária facilidade de acesso à informação, mudando o conceito de tempo e espaço e promovendo drásticas mudanças nos comportamentos sociais. Nesse processo evolutivo, cabe às organizações adaptar suas estruturas, de modo a refletir o modelo mental das pessoas que as integram, na busca da produtividade sustentável, elegendo temas que emergem da sociedade com força de valores e moldam o perfil do profissional contemporâneo.

A Execução e o Papel das Lideranças

Como ensina a FIGE, um processo de Gestão Estratégica completo demanda esforços, tempo, recursos, consistência e perseverança de boa parcela de todos os integrantes da organização, com destaque para a alta administração. Porém, de nada ou pouco valerá todo esse empenho, se não houver a firme determinação de executar tudo o que foi planejado. Nesse contexto, não é exagero afirmar que o maior desafio dos gestores é fazer com que a execução esteja permanentemente alinhada com a estratégia e orientada pelos planos táticos e operacionais. Essa assertiva remete ao conceito de gestão, o qual envolve um conjunto de ações que busca garantir a aplicação eficaz dos recursos disponíveis, com a finalidade de cumprir um propósito e atingir objetivos predeterminados.

Monitoramento e Avaliação da Estratégia — desenraizando culturas

Para garantir que a execução esteja permanentemente alinhada com a Estratégia e que as mudanças estejam ocorrendo no sentido desejado, é preciso desenvolver e implementar eficaz modelo de Monitoramento e Avaliação. De modo sintético, o monitoramento pode ser entendido como o processo contínuo de coleta e análise sistemática de dados relativos à execução das ações planejadas, segundo indicadores predeterminados, oferecendo aos gestores informações quantitativas e qualitativas sobre os progressos realizados e os recursos envolvidos. Por sua vez, a avaliação é definida como um conjunto de atividades que busca analisar os resultados obtidos segundo padrões previamente definidos, com vistas a entender as causas de sucesso ou de fracasso, de modo a indicar, aos tomadores de decisão, as medidas corretivas mais adequadas ao contexto organizacional.

Gestão da Mudança — fechando o Círculo Virtuoso

A mudança é uma constante na vida das pessoas, organizações e sistemas sociais. No que se refere ao Ciclo de Gestão, trata-se de trabalhar em duas vertentes: a primeira voltada para realizar as mudanças necessárias para que a organização consiga se adaptar, oportunamente, às variações ocorridas no ambiente externo, seja ele sob influência ou extrínseco; e a segunda destinada a empreender as mudanças internas decorrentes da implementação do Plano Estratégico e dos Planos Táticos e Operacionais. A Gestão da Mudança relacionada ao planejamento e majoritariamente voltada ao público interno adquire contornos especiais, porque, não raro, abala as estruturas, o clima e a cultura organizacionais, inclusive com quebra de paradigmas e câmbio de valores, sempre em busca de melhores resultados.

Tecnologias Disruptivas — como serão as próximas décadas

O mundo vive um fase de grandes transformações tecnológicas, com impactos significativos para as dimensões política, econômica, social e ambiental. Nas próximas décadas, segundo Ray Kurzweil, esses impactos serão de tal monta que a humanidade viverá uma era de singularidade. Algumas mudanças podem parecer longínquas, quando, na verdade, já começam a influenciar o cotidiano das sociedades. Veículos autoconduzidos — inclusive aéreos —, nanotecnologia, biotecnologia, grafeno, internet das coisas e outras Tecnologias Disruptivas irão transformar o mundo antes do que a maioria pensa.

O Futuro do Trabalho, Emprego e Renda

Desde a primeira Revolução Industrial, em meados do Século XVII, que os avanços tecnológicos substituem pessoas por máquinas, causando massas de desempregados que terminam migrando para atividades mais heurísticas e intelectualizadas. Atualmente e cada vez mais, todavia, a tecnologia tende a substituir não somente atividades algorítmicas, mas também trabalhadores extremamente qualificados, como médicos radiologistas e advogados. Essas revolução poderá redundar em massas de desempregados que não terão mais para onde migrar, com fortes reflexos para as sociedades contemporâneas.

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