No ano de 2004, um grupo de profissionais com ampla formação acadêmica e diversificada experiência em órgãos públicos e privados decidiu criar uma instituição orientada para as melhores práticas de planejamento e gestão. O Instituto SAGRES – Política e Gestão Estratégica Aplicadas é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, que tem por finalidade promover estudos e pesquisas, desenvolvimento de soluções tecnológicas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos, bem como eventos, consultorias, capacitação, desenvolvimento e treinamento, em suas áreas de conhecimento. Desenvolve suas atividades por intermédio da execução direta de projetos, programas ou planos de ação, bem como da prestação de serviços a outras organizações sem fins lucrativos e a órgãos públicos e privados que atuam em áreas afins. Está qualificado como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), nos termos da Lei n. 9.790, de 23 de março de 1999, conforme despacho da Secretaria Nacional de Justiça, publicado no Diário Oficial de 15 de agosto de 2006.

INTENÇÃO ESTRATÉGICA

MISSÃO: oferecer base conceitual consistente e melhores práticas em nossas áreas de conhecimento.

VISÃO: ser polo de excelência, nacional e internacional, em política e gestão estratégica aplicadas.

VALORES: Ética e Legalidade; Independência Intelectual; Eficiência, Eficácia e Efetividade; Excelência; Respeito à Diversidade; Responsabilidade Socioambiental; Retidão nas relações sociais e profissionais

PRESIDENTES:

JOSÉ OLAVO DE CASTRO – de novembro de 2004 a outubro de 2007.

RAUL STURARI – de outubro de 2007 a janeiro de 2012.

MÁRIO ANDREUZZA – de janeiro de 2012 a novembro de 2015.

HOMERO ZANOTTA – de novembro de 2015 a novembro de 2016.

POR QUE SAGRES?

O nome do Instituto é uma homenagem ao Projeto Estratégico que ficou conhecido como “Escola de Sagres”, ressaltando a ligação atávica entre as nações brasileira e portuguesa. Embora não haja evidências históricas da existência de instalações físicas, características de uma escola formal, a região de Sagres tornou-se o principal cenário das atividades do Infante D. Henrique, como planejamento de viagens, estudo de instrumentos, arquitetura naval, navegação e cartografia, tudo em constante interação com sábios visitantes e especialistas residentes. O Projeto permitiu a Portugal o domínio das rotas comerciais do Atlântico Sul, da África e da Ásia, a ponto de fazer do idioma lusitano a língua franca da época, usada em portos dos três continentes.

NOSSAS LOGOMARCAS: