Comunicação e Gestão de Crises

Curso de extensão interdisciplinar nas áreas de Comunicação e de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) aplicado à gestão de crises políticas, institucionais ou empresariais, relacionadas com acusações de corrupção, de danos ao meio ambiente ou, ainda, de violações às boas práticas de cidadania. Assim, o objetivo é obter informações, conceitos e técnicas que permitam prevenir ou gerenciar crises de imagem de autoridades, instituições ou corporações privadas.

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Público

Destina-se aos profissionais da Comunicação (jornalistas e assessores de imprensa) e de Relações Institucionais e Governamentais (RIG), como também aos profissionais das áreas de Ciência Política, Ciência da Informação e similares que buscam ampliar seus conhecimentos na área de gestão de crises.

Especificações

Estrutura: Curso de 120 horas, com 10 módulos (disciplinas) de 12 horas

Duração: 5 meses (maio a setembro de 2018)

Turmas: até 30 participantes

Período: Oferta de 1 módulo a cada 15 dias (sextas-feiras à noite e aos sábados)

Investimento:

  • Curso completo: R$ 8.000,00
  • Associados Sagres ou Abrig (20% desconto): R$ 6.400,00

Parcelamento em até 6x sem juros ou 12x no cartão.

Contato: Profº Hugo Studart, coordenador – (61) 9.8522-0100.

Apresentação

A consolidação da Democracia no Brasil — com a combinação da autonomia do Ministério Público e a independência operacional crescente de órgãos públicos como Polícia Federal, Receita Federal, COAF e Banco Central — aliada à liberdade de expressão da imprensa, têm aumentado de modo substancial a capacidade de investigação e de punição à corrução de entes públicos e privados. Assim, nos últimos 10 anos o país foi transformado em permanente cenário de crises, envolvendo autoridades do governo, políticos e, mais recentemente, empresas privadas e estatais envolvidas em escândalos de corrupção.

Em outra vertente, demandas crescentes da sociedade por questões como cidadania e meio ambiente têm provocado crises corporativas, com acusações de trabalho escravo nas indústrias, homofobia e, ainda, desastres ambientais. Para gerir essa profusão de crises — que podem provocar estragos profundos na credibilidade das autoridades ou na imagem pública das empresas — são necessários profissionais especializados.

Relevante ressaltar que há 4 mil profissionais de RIG em atuação no Brasil, um mercado profissional em crescimento exponencial por conta da demanda da sociedade civil e das empresas pela defesa democrática de seus interesses. Com o recente reconhecimento da Atividade de RIG pelo Ministério do Trabalho, a previsão é a de que haja até 30 mil profissionais da área em atuação dentro de cinco anos, de acordo com a consultoria de head-hunter Odgers Berndtson. Contudo, é preciso antes qualificar os profissionais. Comunicação e Gestão de Crises é um nicho nesse novo mercado em expansão.

Vínculo Institucional (Certificação)

Instituto Sagres

O SAGRES é um instituto que reúne um grupo de profissionais com formação acadêmica diversificada, orientados a produzir e difundir conhecimentos em campos como planejamento e gestão estratégica, cenários prospectivos, inteligência, política e gestão de crise, dentre outros. Fundado em 2004, já realizou consultoria e capacitação para 33 parceiros, entre órgãos públicos e empresas privadas, como o Ministério Público do Trabalho, o Banco Central, a Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Instituto Euvaldo Lodi, da Confederação Nacional da Indústria.

Parceria:

Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais – Abrig

Corpo docente:

Homero Zanotta (Coordenador) – Doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado Maior do Exército, especialista em Inteligência e em gerenciamento de crises nas esferas pública e privadas. Possui MBA em Gestão Estratégica da Informação pela Fundação Getúlio Vargas (Brasília), e em Estratégia Executiva pela FGV-RJ. Especialista em Comunicação Social, atuou no Centro de Comunicação Social do Exército, em Brasília, e no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República de 2004 a 2011, onde participou de grupos de gerenciamento de crises. Experiência em análise organizacional, elaboração de diagnósticos comunicacionais e desenvolvimento de planos, projetos e programas de gestão pública e privada.
Hugo Studart (Coordenador) – Doutor e mestre em História Política pela Universidade de Brasília, jornalista, professor universitário e executivo de Relações Institucionais. Atuou como repórter investigativo, editor ou colunista nos maiores veículos do país, como os jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo; revistas Veja e Dinheiro; como Diretor e colunista da Isto É; e editor-chefe da Desafios do Desenvolvimento, do Ipea. Agraciado em diversos prêmios, como o Esso de Jornalismo e o Herzog de Direitos Humanos. Lecionou jornalismo na Fundação Casper Líbero (SP) e na Universidade Católica de Brasília; e, também, no MBA em Relações Institucionais no Ibmec e na Pós em Ciência Política na Upis. É pesquisador do Núcleo de Estudos da Paz e dos Direitos Humanos da UnB.
Mário Rosa – Jornalista, escritor e palestrante, é o primeiro consultor do país em gerenciamento de crises e gestão de reputação. Como jornalista, atuou nas principais redações do país: Jornal do Brasil, O Globo, revista Veja, TV Globo, Globonews. Como consultor de crises e de imagem, auxiliou em grandes corporações como: Grupo Cassino, Confederação Brasileira de Futebol, Ambev, Grupo Iguatemi, OAS, Camargo Correa e Opportunity. Prestou consultoria para políticos e figuras públicas de destaque, entre elas os ex-presidentes Fernando Henrique e Lula. É autor de quatro livros sobre gestão de crises: “A Síndrome de Aquiles” (2001), “A Era do Escândalo” (2003), “A Reputação na Velocidade do Pensamento” (2006) e “Memórias de um Consultor de Crises” (2017).
Egberto Ribeiro Salóes Do Amor – Analista e gestor de riscos e de fraudes, especialista em prevenção de crises no setor público. É Doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado Maior do Exército e auditor formado pelo Institute of Internal Auditors. Atuou como assessor do Controle Interno do Exército Brasileiro para os Jogos Olímpicos Rio 2016, como assessor do Controle Interno e Gestão de Riscos na Administração de Alto Nível do Exército e na Gestão de Riscos do Hospital das Forças Armadas. No Exército, foi comandante do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro e do 18o Batalhão Logístico, Campo Grande, MS. Possui vivência como docente em cursos de formação e especialização.
Raul Sturari – Doutor em Política e Estratégia pela Escola de Guerra Naval. Bacharel, Mestre e Doutor em Ciências Militares pelo Exército; Pós-Graduado em Pedagogia pela UFRJ; e Bacharel em Administração pelas Faculdades Salesianas. Foi Comandante da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, Secretário-Executivo do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e coordenador do Projeto “Brasil 3 Tempos”, de Prospectiva Estratégica. Professor de pós-graduação e consultor em projetos públicos e privados nas áreas de Planejamento e Gestão, Prospectiva e Dinâmicas Governantes. Organizador do livro Metodologia FIGE – Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica.
Romaly de Carvalho – Especialista em Psicologia Comportamental no Trabalho, consultora em Comunicação Interpessoal, Marketing Pessoal, Etiqueta Profissional e de Carreira. Possui MBA em Gestão da Ciência e Tecnologia pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou como professora convidada na FGV e como consultora do Programa VIP, da TV Gazeta, discutindo técnicas comunicação interpessoal e etiqueta profissional. Trabalhou como Coordenadora de Gabinete no Ministério da Ciência e Tecnologia; e como Coordenadora de Processos da FGV-Brasília. Autora dos livros “A sua imagem ajuda ou prejudica seus esforços para crescer na carreira?” e “Manual do adolescente popular: um guia de etiqueta e comportamento social”. Colabora com diversas revistas com artigos sobre comportamento profissional

Programação:

Data

Módulo

Gestão de Crise

Professor

27 de abril  – Palestra de Lançamento: Memórias de um Consultor de Crises Mário Rosa
25 e 26 de maio Módulo 1 A pedra e a vidraça: como lidar com a mídia Homero Zanotta e Hugo Studart
08 e 09 de junho Módulo 2 Metodologias e Ferramentas de Gestão de Crise de Imagem Mário Rosa
22 e 23 de junho Módulo 3 Formação de um Gabinete de Crise Hometo Zanotta
06 e 07 de julho Módulo 4 Técnicas de persuasão e Gestão de network Hugo studart
20 e 21 de julho Módulo 5 Inteligência e Contrainteligência na Gestão de Crises Hometo Zanotta e Hugo Studart
03 a 04 de agosto Módulo 6 Comunicação interpessoal aplicada às Relações Institucionais Romaly de Carvalho
17 e 18 de agosto Módulo 7 Ferramentas de gestão de riscos Egberto Salóes
31 de agosto e 01 de setembro Módulo 8 Prospecção estratégica para prevenção de crises Raul Sturari
14 e 15 de setembro Módulo 9 Análises de crises clássicas bem (ou mal) gerenciadas Homero Zanotta
28 e 29 de setembro Módulo 10 Novos atores das crises de cidadania: minorias, gênero, ecologia Hugo Studart

Conteúdos:

Palestra de lançamento: (4 horas)

 

1. Apresentação do curso e dos professores (Profo Hugo Studart)

2. Palestra: Memórias de um Consultor de Crises (Profo Mario Rosa)

3. Coffee break

4. Debates

5. Noite de Autógrafos para os livros do professor Mário Rosa

Módulo 1

A pedra e a vidraça: como lidar com a mídia (12 horas)

O objetivo deste módulo é buscar tecer um diálogo pedagógico entre um jornalista investigativo com grande experiência em provocar crises, e um especialista em comunicação com larga expertise na gestão de crises. A relação entre jornalistas (as pedras) e assessores de comunicação (as vidraças) diante de escândalos e crises institucionais. O jornalismo investigativo e as crises políticas; o fetiche pelo jornalismo “denúncia”; o interesse econômico por trás das investigações jornalísticas. A gestão cotidiana da mídia pelo assessor de comunicação. As demandas do repórter especializado, do editor e do colunista. Panorama dos grandes grupos de mídia brasileiros e a dependência econômica dos governos e dos bancos. Anatomia dos jornalistas influentes: quem é quem entre os editores, colunista, repórteres investigativos e setorizados. Como influir na construção dapauta dos veículos jornalísticos e dos formadores de opinião. Éticas e práticas: ou como funciona a cabeça dos jornalistas. A redução de danos em caso de escândalos. (Professores: Hugo Studart e Homero Zanotta).

Módulo 2

Metodologias e ferramentas de gestão de crise de imagem (12 horas)

O que é uma crise. Características e diferenças de escândalos, desastres, situações emergenciais e crises. As pessoas e as crises de imagem. A metáfora do calcanhar de Aquiles. As mídias e as crises. Possíveis conflitos éticos que não existiam. Reflexões sobre a percepção da verdade e os escândalos públicos. Apresentação de metodologias e de ferramentas para a gestão de crises de imagem em escândalos de corrupção, envolvendo agentes públicos e corporações privadas. A relação de confiança entre o sujeito-alvo e o assessor de crise. Visão dos públicos estratégicos: interno e de interesse. Comunicação pública, institucional, governamental e corporativa. Assessorias de Comunicação: onde a comunicação não atua e novas possibilidades: explorando pontos fortes e colaborando para minimizar vulnerabilidades. Quanto pode custar gerenciar uma crise. Os possíveis impactos das crises nas instituições e empresas. As novas tecnologias e a realidade dos olhos que tudo registram. (Prof Mário Rosa)

Módulo 3

Formação de um Gabinete de Crise (12 horas)

O gerenciamento do imprevisível. Níveis de tratamento das crises. Os indicadores de crises e o “semáforo” das crises. A composição básica e os requisitos essenciais necessários para composição do gabinete de crises. As características do Op-Center como sala de crises ou o centro de operações. Ações a realizar antes, durante e após as crises. Análise pós ação e as crises que não têm fim. Metodologias e ferramentas para a Gestão de Crise. Os “Pês” das crises: Prevenção, Planejamento, Papel (da imprensa), a Próxima (crise). O mapeamento dos stakeholders. As atitudes e os posicionamentos das instituições e empresas. Planos de condução de crises. Cuidados para não surgir uma crise dentro de outra. Cenários possíveis, uma crise pode surgir exatamente quando tudo parece estar sob controle. (Prof Homero Zanotta)

Módulo 4

Técnicas de persuasão e gestão de network (12 horas)

Os modelos de persuasão. Técnicas de abordagem de fontes de informação. Noções de PLN e de linguagem do corpo. Modelos de rede de contatos. Organização da agenda e hierarquização das fontes. Os bons e os maus momentos para iniciar a relação com a fonte. As características, diferentes demandas e persuasão de autoridades do Executivo, do Legislativo, do Judiciário, do Ministério Público e da polícia. Persuasão de assessores e subalternos.Técnicas apuração de informações de campo . A entrevista jornalística e a entrevista de inteligência. Pesquisa e preparação das entrevistas. O uso do off e o sigilo da fonte: éticas, práticas e violações. Gestão do deeptroath. Técnicas de apuração de campo aplicadas aos profissionais de RIG. Estudos de caso. (Prof Hugo Studart)

Módulo 5

Inteligência e contrainteligência na Gestão de Crises (12 horas)

A Inteligência Empresarial Estratégica – IE2. O papel do Gestor de Inteligência. O Universo prático de Inteligência Competitiva (IC) e o trabalho de IC nas organizações. Planejamento e prática de pesquisa para explicar ou justificar denúncias. Memória, conhecimento técnico e gestão de dados. A relação com o Ministério Público e as técnicas de “lavagem de informação suja”. A questão das fakenews e o engajamento em aplicativos e redes sociais como fontes de informação. Tratamento da “comunicação de risco”. Técnicas de redução de danos por meio de contrainformações. A contrainteligência e os riscos ocasionados pela perda de informações sensíveis. Estudos de casos. (Prof Homero Zanotta e Hugo Studart)

Módulo 6

Comunicação Interpessoal aplicada às Relações Institucionais (12 horas)

A Comunicação Interpessoal, o comportamento pessoal e os protocolos de etiqueta profissional como ferramentas para formação da imagem pessoal, da credibilidade e da autoridade. Noções de psicologia comportamental do trabalho. A psicologia do traje e da apresentação pessoal: como agregar valor à imagem por meio da roupa; vestimentas e acessórios em diferentes situações; os sabotadores de imagem. Técnicas de comunicação interpessoal: comunicação verbal e não verbal associada às técnicas de persuasão. Protocolos no dia a dia do trabalho: cumprimentos, reuniões de negócios, cartões de visita, o uso do celular, gafes, festa de trabalho, e-mail no trabalho, almoços de negócios. Noções de etiqueta à mesa. (Prof Romaly de Carvalho).

Módulo 7

Ferramentas de gestão de riscos (12 horas)

Riscos e Crises; Razões de gerenciar riscos; Compliance como indutor das boas práticas; COSO – Commitee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission: seu papel normativo; Imposição legal da gestão de riscos na Administração Pública do Brasil; Riscos: definições, tipos e o Apetite ao Risco. Análise de riscos: Matriz SWOT, fixação de objetivos e identificação de eventos potenciais para o desencadeamento da crise, estudo de caso: O portfólio de riscos potenciais para o surgimento de crises; Apresentação da sistemática de um gerenciamento de riscos. Imposição legal da gestão de riscos na Administração Pública: o papel dos órgãos de controle. A nova legislação de apoio. A Compliance e as boas práticas na esfera federal. Riscos Corporativos: fraude, ética e corrupção. Consequências da Operação Jato no contexto da análise de risco. A judicialização do administrador público. As metodologias de análise de riscos. A construção de uma matriz de risco e seus produtos. (Prof Egberto Salóes)

Módulo 8

Prospecção estratégica para prevenção de crises (12 horas)

Riscos e Crises; Razões de gerenciar riscos; Compliance como indutor das boas práticas; COSO – Commitee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission: seu papel normativo; Imposição legal da gestão de riscos na Administração Pública do Brasil; Riscos: definições, tipos e o Apetite ao Risco. Análise de riscos: Matriz SWOT, fixação de objetivos e identificação de eventos potenciais para o desencadeamento da crise, estudo de caso: O portfólio de riscos potenciais para o surgimento de crises; Apresentação da sistemática de um gerenciamento de riscos. Imposição legal da gestão de riscos na Administração Pública: o papel dos órgãos de controle. A nova legislação de apoio. A Compliance e as boas práticas na esfera federal. Riscos Corporativos: fraude, ética e corrupção. Consequências da Operação Jato no contexto da análise de risco. A judicialização do administrador público. As metodologias de análise de riscos. A construção de uma matriz de risco e seus produtos. (Prof Egberto Salóes)

Módulo 9

Análise de 20 crises bem (ou mal) gerenciadas (12 horas)

Análise histórica de casos clássicos crises bem ou mal gerenciadas. Temas para posições positivas em situações de crise. Casos a serem estudados: 1) Exxon Valdez; 2) British Petroleum, a plataforma Deepwater Horizon e o maior desastre ambiental dos EUA; 3) Coca Cola: quanto vale uma marca? 4)Tylenol; Union Carbide (Bhopal, Índia); 5) Dick Cheney, vice-presidente dos EUA; 6) Aspartame; 7) A história não tão secreta da retirada do amianto do porta-aviões Clemenceau; 8) O tsunami na Ásia: um caso clássico de apoio; 9) As charges muçulmanas e a liberdade de imprensa; 10) Volkswagen: um caso de globalização da crise. Estudos de Caso: 1) O caso dos gatos do Planalto: assessoria na vidraça e a situação de crise; 2) Escola Base de São Paulo; 3) Situação da crise da Varig: a morte da empresa; 4) As empresas aéreas do Brasil: qual a próxima crise; 5) A gripe aviária e o assessor “profeta do apocalipse”; 6) Inferno na P36: uma crise bem gerenciada e a “reunião da Ave Maria”; 7) A morte da irmã Dorothy na Terra do Meio: crise na Amazônia; 8) Parmalat Brasil; 9) Microvilar, da Shering do Brasil; 10) A onda de água no sertão: um gabinete de crises de longa duração. (Prof Homero Zanotta).

Módulo 10

Novos atores das crises de cidadania: minorias, gênero, ecologia (12 horas)

A construção dos Direitos do Homem e do Cidadão. As três gerações dos Direitos: O legado do Iluminismo, o legado do Socialismo (construção do Estado Providência), o legado do Século XX (pacifismo, filantropia e ONG’s sociais; grupos vulneráveis). Desafios do Século XXI: Minorias étnicas e as ações afirmativas no Brasil. Gênero: A história da emancipação da mulher; a luta pela liberdade afetiva (mulheres e homossexuais). O desafio dos vulneráveis e dos esquecidos: a história da inclusão de minorias como deficientes físicos, portadores de doenças mentais, crianças carentes, assistência a idosos e recuperação de dependentes químicos. Mídia e novos atores das crises de cidadania: minorias, gênero, ecologia. Construção e desafios do movimento ecológico. Culturalismo e relativismo. A tese da solidariedade entre as gerações e o conceito jurídico de direito dos não nascidos. Os novos movimentos sociais: A construção dos grupos sociais organizados com viés ideológico. As estratégias de luta no Século XXI: O dilema entre ativismo de confronto versus de negociação. A busca pelo politicamente-correto e pelas as boas práticas sócio-ambientais nas empresas. (Prof Hugo Studart)

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