Curso de Análise de Inteligência em Segurança Pública

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Cabe aos integrantes do Subsistema de Inteligência de Segurança Pública, no âmbito de suas competências, identificar, acompanhar e avaliar ameaças reais ou potenciais de segurança pública e produzir conhecimentos e informações que subsidiem ações para neutralizar, coibir e reprimir atos criminosos de qualquer natureza. Para tanto, é essencial a formação continuada de agentes do Estado, em ambiente institucionalmente confiável e diferenciado, com vistas à qualificação e habilitação para as complexas atividades que envolvem o cotidiano operacional dos órgãos de Segurança Pública.

Apresentação

A Inteligência reúne, busca, coleta e processa dados e informações, produzindo conhecimentos fundamentais para observar, acompanhar, questionar e prospectar o horizonte, no tempo e no espaço, à procura de ameaças ou oportunidades que possam exigir, oportunamente, ações e respostas estratégicas, táticas e operacionais. Os métodos, as técnicas e os processos de Inteligência estão presentes em praticamente todas as fases da Gestão Estratégica, desde o diagnóstico até o acompanhamento dos resultados — normalmente realizado por intermédio de indicadores e metas.

Nos últimos anos, tem havido crescente institucionalização das atividades de Inteligência em território brasileiro, devido à atualização da legislação federal sobre o tema, como também porque os gestores estão progressivamente percebendo as vantagens competitivas e os valores agregados que ela proporciona.

No âmbito público, merecem destaque o Decreto Nº 8.793, de 29 de junho de 2016, que fixa a Política Nacional de Inteligência (PNI), e o Decreto de 15 de dezembro de 2017, que aprova a Estratégia Nacional de Inteligência (ENINT), complementada pelo Plano Nacional de Inteligência, assinado pelo Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional em 03 de maio de 2018.

A PNI define também importantes conceitos relacionados à atividade de Inteligência, a qual divide-se, fundamentalmente, em dois grandes ramos:

  • Inteligência: atividade que objetiva produzir e difundir conhecimentos às autoridades competentes, relativos a fatos e situações que ocorram dentro e fora do território nacional, de imediata ou potencial influência sobre o processo decisório, a ação governamental e a salvaguarda da sociedade e do Estado;
  • Contrainteligência: atividade que objetiva prevenir, detectar, obstruir e neutralizar a Inteligência adversa e as ações que constituam ameaça à salvaguarda de dados, conhecimentos, pessoas, áreas e instalações de interesse da sociedade e do Estado.

No quadro da Segurança Pública, merece destaque o Decreto Nº 3.695, de 21 de dezembro de 2000, que cria o Subsistema de Inteligência de Segurança Pública, no âmbito do Sistema Brasileiro de Inteligência.

O Subsistema de Inteligência de Segurança Pública tem a finalidade de coordenar e integrar as atividades de Inteligência de Segurança Pública em todo o País, bem como suprir os governos federal e estaduais de informações que subsidiem a tomada de decisões neste campo.

Esse subsistema tem como órgão central a Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Segurança Pública e é integrado pelos Ministérios da Justiça, da Fazenda, da Defesa e da Integração Nacional e pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Os órgãos de Inteligência de Segurança Pública dos Estados e do Distrito Federal também poderão integrá-lo.

Antes do advento e da disseminação das modernas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), com base na internet, a qualidade dos produtos de Inteligência era diretamente proporcional à capacidade de coleta e de busca da equipe ou do órgão. Atualmente, porém, há uma profusão de dados, informes e informações de todos os tipos, a maioria redundante e pouco confiável. Com isso, o foco do ciclo de produção de conhecimento foi deslocado para a análise, a começar do processamento que avalia, separa e classifica tudo o que foi reunido. Daí a crescente importância da Análise de Inteligência — objeto do curso lançado pelo Instituto SAGRES.

Finalidade

Capacitar agentes públicos de carreira, federais e estaduais, em Análise de Inteligência em Segurança Pública

Objetivos

Ao final do curso, os alunos estarão aptos a:

  • Conhecer o arcabouço jurídico-normativo que regula e ampara as atividades de Inteligência em Segurança Pública;
  • Conhecer os fundamentos doutrinários de Inteligência e Contrainteligência em Segurança Pública e seu emprego;
  • Conhecer os conceitos e os fundamentos de Análise de Inteligência, com destaque para a área de Segurança Pública;
  • Reconhecer e empregar a principais metodologias de produção do conhecimento;
  • Aplicar as principais técnicas de Análise de Inteligência;
  • Elaborar um repertório de conhecimentos necessários;
  • Elaborar um Plano de Inteligência de Segurança Pública;
  • Reconhecer a metodologia e as principais técnicas de Dinâmicas Governantes;
  • Atualizar os profissionais em conhecimentos de Análise de Inteligência em Segurança Pública;
  • Organizar, processar, formatar e difundir os conhecimentos produzidos durante a Análise de Inteligência em Segurança Pública.

Conteúdo Programático:

Módulo 1

FUNDAMENTOS INTELIGÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA

Conceitos de Inteligência e Contrainteligência; Os ramos da atividade de Inteligência; Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN); Importância do conhecimento no processo decisório; Subsistema de Inteligência de Segurança Pública (ISP); Doutrina Nacional de ISP; Emprego da atividade de ISP para o planejamento e execução de ações de Segurança
Pública; Dimensões da Inteligência (operacional e analítica); Legislação; Questões atuais, desafios e ameaças; Cenários (econômico, político, psicossocial, segurança pública, tecnológico e meio ambiente); Articulação e integração em Inteligência Estratégica; Inovação; War Games; Proteção e Segurança de Dados, Informes e Conhecimentos; Medidas Ativas e Passivas.

Módulo 2

INTELIGÊNCIA EM SEGURANÇA PÚBLICA

Conceito; Finalidade; Características; Princípios; Valores; Ramos da atividade de ISP; Inteligência estratégica; Objetivos estratégicos de Segurança Pública; Amplitude do nível de decisão; O ciclo de produção do conhecimento; Conhecimento Informe; Conhecimento Informação; Níveis de assessoramento; Espécies de ISP (Inteligência Bombeiro Militar; Inteligência Policial Militar; Inteligência Policial Judiciária; Inteligência Policial Rodoviária); Tipos de conhecimento; Ciclo de Inteligência (ciclo clássico; ciclo da ISP; outros modelos); Taxonomia de fontes de Inteligência (fontes de ISP e meios de obtenção de dados; outras taxonomias); Enlace de Inteligência; Atividade de Inteligência de Segurança Pública nos Grandes Eventos; Contrainteligência na Segurança Pública; demonstração; estudos de caso.

Módulo 3

FUNDAMENTOS DA ESCOLA DO PENSAMENTO

Elementos do pensamento; Tipos de raciocínio; Modelos mentais; Formulação de hipóteses; Predisposições cognitivas; Equipe de análise (analista de Inteligência e auxiliar do analista ou coletor de dados); estudos de caso.

Módulo 4

ESTRUTURA DA ANÁLISE

Conceitos básicos; Estados da mente; Horizonte temporal da análise; Trabalhos intelectuais; Tipos de conhecimentos; Técnica de avaliação de dados; Repertório de Conhecimentos Necessários (RCN); Elementos Essenciais de Informação (EEI); Plano de Inteligência; Mosaico do analista; demonstração; estudos de caso.

Módulo 5

METODOLOGIAS DE PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO

Planejamento; Avaliação, Análise, Integração; Interpretação; Formalização; Difusão do conhecimento; Redação de documentos de Inteligência-Informe; Conjuntura (elaboração, atualização e acompanhamento); Dinâmicas Governantes, incluindo Teoria dos Jogos e Negociação; estudos de caso.

Módulo 6

TÉCNICAS ESTRUTURADAS DE ANÁLISE DE INTELIGÊNCIA

Network analysis; Quadro de ligações; Análise estatística; Matrizes de análise; Mapa mental; Brainstorming; Cenários e indicadores; Matriz SWOT; Softwares de apoio à análise; demonstração; estudos de caso.

Obs.: eventuais ajustes poderão ser feitos no conteúdo programático, até o início do curso, com vistas a aprofundar o rigor acadêmico e o pragmatismo que o empreendimento requer.

Métodos Didáticos:

  • Palestras sintéticas – pequenas apresentações conceituais
  • Demonstrações
  • Discussões dirigidas – debate
  • Trabalhos em grupo
  • Exposições de técnicas – estudo de caso

Condicionantes:

  • Número de participantes por turma: até 30 (trinta)
  • Carga Horária (por turma): 32 h/a (quatro dias)
  • Períodos
    1. 1ª Turma: de 29 de outubro a 1º de novembro de 2018
      2ª Turma: de 06 a 09 de novembro de 2018
  • Local: Brasília, DF
  • Instalações, material e equipamentos a cargo do Instituto SAGRES – Política e Gestão Estratégica Aplicadas
  • Planejamento do ensino e da aprendizagem adaptado aos conteúdos, às características e às peculiaridades dos participantes

Quadro horário proposto:

Público-alvo:

Servidores públicos de carreira, federais e estaduais, que trabalham em órgãos que integram o Subsistema de Inteligência de Segurança Pública, em âmbito nacional, dos Estados e do Distrito Federal:

  • Ministério da Justiça
  • Ministério da Segurança Pública, com destaque para
    1. Polícia Federal
      Polícia Rodoviária Federal
      Polícia Ferroviária Federal
      Guardas Portuárias
      Departamento Penitenciário Nacional
  • Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, inclusive a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)
  • Ministério da Fazenda
  • Ministério da Defesa e Forças Armadas (Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira)
  • Ministério da Integração Nacional
  • Polícias Civis estaduais e do Distrito Federal
  • Polícias Militares estaduais e do Distrito Federal
  • Corpos de Bombeiros Militares estaduais e do Distrito Federal
  • Magistrados, Membros e Servidores públicos de carreira, federais e
    estaduais, do Judiciário e do Ministério Público, que trabalham em áreas que exigem conhecimentos relacionados às atividades de Análise de Inteligência em Segurança Pública.

Condições de matrícula:

As matrículas estarão condicionadas a processo seletivo próprio do Instituto SAGRES, que poderá incluir: comprovação da condição de servidor público de carreira; recomendação/autorização de chefes e superiores; e entrevista. As matrículas serão efetuadas após a finalização do processo seletivo, mediante empenho — por parte dos órgãos públicos — ou pagamento direto ao Instituto SAGRES. O pagamento poderá ser realizado por transferência bancária ou cheque. As matrículas realizadas até 06 de agosto poderão ser parceladas em até três vezes, sem juros. As matrículas realizadas até 06 de setembro poderão ser parceladas em duas vezes, sem juros.

Investimento:

A capacitação envolve um supervisor, um coordenador e dois consultores/facilitadores seniores no planejamento, adaptação e customização do conteúdo e preparação do material didático, bem como a presença, em tempo integral, nas 32 horas do curso.

Investimento básico por aluno:
• R$ 2.350,00 (dois mil, trezentos e cinquenta reais).

Política de desconto:
• Os alunos oriundos de uma mesma instituição terão descontos progressivos, conforme tabela a seguir:

Esses valores incluem:

  • Entrega do material de estudos e objetos de aprendizagem em pen drive, a cada participante
  • Um exemplar do livro FIGE – Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica: Melhores Práticas de Planejamento e Gestão para Organizações Públicas e Privadas, a cada participante
  • Instalações, mobiliário e material (sala e equipamentos, tais como som, projetor, flip-chart etc.);
  • Coffee break
  • Certificados de conclusão do Instituto SAGRES – Política e Gestão Estratégica Aplicadas.

Certificado

Será emitido certificado de conclusão do curso aos participantes que obtiverem, no mínimo, 75% de presença

Coordenadores/Facilitadores:

Raul José de Abreu Sturari – Graduado em Administração pelas Faculdades Salesianas de Lins (1984). Pós-graduado em Educação pela Universidade Federal do Rio de
Janeiro (1999). Doutor em Aplicações, Planejamento e Estudos Militares pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (1992). Doutor em Política e Estratégia Marítimas pela Escola de Guerra Naval (2002). Foi Secretário Executivo do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República; e Consultor da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para a elaboração do Planejamento Estratégico do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Foi Assessor de Estratégia do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional, do Ministério da Justiça. É professor de pós-graduação e consultor na área de Gestão Estratégica. Autor e organizador do Livro Metodologia FIGE – Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica: Melhores Práticas de Planejamento e Gestão para Organizações Públicas e Privadas. Vice-Presidente Executivo e Diretor de Prospectiva Estratégica do Instituto SAGRES.
Adrian Nicoliev Pereira dos Santos – Graduado em Ciências Aeroespaciais pela Academia da Força Aérea (AFA). Pós-graduado em Análise de Sistemas pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Analista Senior pelo Centro de Inteligência da
Aeronáutica (CIAER). Curso de Comando e Estado-Maior pela Universidade da Força Aérea (UNIFA). Possui o curso de Segurança das Comunicações da Escola Nacional de Inteligência. Participou do Grupo de Trabalho do Ministério da Defesa (MD) para criação de Centro de Defesa Cibernética. É professor nas áreas de Inteligência, Contrainteligência e Segurança de Tecnologia da Informação. Diretor de Inteligência Estratégica do Instituto SAGRES – Política e Gestão Estratégica Aplicadas.
Eugênio Moretzsohn – Ex-oficial da Inteligência Militar, Mestre em Ciências Militares e Especialista em Operações de Inteligência pela ABIN. É coacher e educador de segurança, professor, palestrante, analista e estrategista sobre Segurança Pública, Segurança Orgânica e Institucional, Inteligência, Contrainteligência,
Contrassabotagem, Contrainsurreição, Operações Psicossociais, Infiltração e Exfiltração, Vigilância e Reconhecimento, Entrevista e Elicitação, Corregedoria, Auditoria
e Compliance, Gerenciamento de Crises e Comunicação Social em grupos privados e instituições públicas, civis e militares. Coordenou operações de inteligência no combate às organizações narcoterroristas na Amazônia (Brasil – Colômbia) e na Tríplice Fronteira (Paraguai – Argentina – Brasil). Foi instrutor de Contrainteligência da Dirección General de Inteligencia Policial, da Policia Nacional do Paraguai (Assunção – 2014).

Obs.: eventualmente, outros facilitadores poderão ser chamados a aportar conhecimentos e habilidades, com vistas a enriquecer a experiência dos alunos participantes.

O Instituto SAGRES

O Instituto SAGRES tem por finalidade promover estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos, bem como eventos, consultorias, capacitação, desenvolvimento e treinamento, em suas áreas de conhecimento, dentre elas: Política e Estratégia, Prospectiva Estratégica, Inteligência Estratégica e Gestão Estratégica, Pública e Empresarial. Está inscrito no CNPJ sob o no 07.132.495/0001-51 e tem sede em Brasília, DF, à SHCN CL, Qd. 309, Bloco B, sala 212/A, CEP 70.755-520. Tel. (61) 3272-7078.

Em Porto Alegre, sua sucursal está localizada à Rua Ten Cel Fabrício Pilar 740, Conj. 403, Bairro Mont’Serrat – CEP 90.450-040. Temos associados em diversas regiões do País. O Instituto não tem fins lucrativos e está qualificado como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), nos termos da Lei nº 9.790, de 23 de março de 1999, conforme despacho da Secretaria Nacional de Justiça, publicada no Diário Oficial de 15 de agosto de 2006.

Algumas experiências institucionais realizadas:

  • Contrato (2010/11) com o Ministério Público do Trabalho (MPT), para construção e implementação do Sistema de Inteligência Estratégica, em apoio ao Planejamento e à Gestão Estratégica, em âmbito nacional;
  • Contrato (2010/11) com o Governo do Estado de Goiás, para a implantação de um Núcleo de Inteligência e Prospectiva Estratégicas (NIPE) e a elaboração do “Plano Goiás 2030”, como norteador para a elaboração e a execução dos próximos Planos Plurianuais (PPA) e respectivos Orçamentos Anuais;
  • Contrato (2009/10) com o Ministério Público de Goiás (MPGO), para implantação de Unidade de Inteligência Estratégica e capacitação de membros servidores, em apoio ao Planejamento e à Gestão Estratégica;
  • Contrato (2008) com a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), para capacitação dos alunos do Curso de Aperfeiçoamento de Inteligência em Prospectiva Estratégica.

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Lançamento do Curso de Extensão em Comunicação e Gestão de Crises

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Na sexta-feira, dia 27 abril, na sede do Instituto Histórico e Geográfico do DF ocorreu o lançamento do Curso de Extensão em Comunicação e Gestão de Crises.

O evento constou de uma palestra do jornalista e escritor Mário Rosa, um dos professores do curso, na qual abordou o tema “Memórias de um consultor de crises”. Um dos primeiros profissionais de gerenciamento de crises e gestão de reputação do país, Mário é autor de quatro livros sobre o tema: “A Síndrome de Aquiles” (2001), “A Era do Escândalo” (2003), “A Reputação na Velocidade do Pensamento” (2006) e “Entre a glória e a vergonha” (2017).

O Curso de Extensão em Comunicação e Gestão de Crises é uma iniciativa do Instituto Sagres em parceria com a Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais – Abrig. Trata-se de um curso de extensão interdisciplinar nas áreas de Comunicação e de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) aplicado à gestão de crises políticas, institucionais ou empresariais, relacionadas com acusações de corrupção, de danos ao meio ambiente ou, ainda, de violações às boas práticas de cidadania. Assim, o objetivo é obter informações, conceitos e técnicas que permitam prevenir ou gerenciar crises de imagem de autoridades, instituições ou corporações privadas.

Eleições e posse da nova diretoria para o biênio 2018/2019

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Dia 22 de novembro de 2017, quarta-feira, foi realizada Assembleia Geral Extraordinária para eleição e posse da nova Diretoria, do Conselho Fiscal e do Conselho Consultivo. Cerca de 80% dos associados manifestaram seu voto — presencialmente ou a distância, elegendo, por unanimidade, a chapa única apresentada a seguir:

Após as eleições, em um jantar de confraternização, associados, familiares e convidados participaram de breve exposição sobre as últimas realizações, bem como das expectativas da nova presidente, Verônica Korilio, para o próximo período de gestão.

Na oportunidade, ficaram evidenciadas as importantes conquistas do SAGRES, desde a sua fundação, mas também as perspectivas sobre a possibilidade de explorar melhor o excelente potencial do Instituto, como referência nacional em melhores práticas de Planejamento e Gestão.

Comunicação e Gestão de Crises

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Comunicação e Gestão de Crises

Curso de extensão interdisciplinar nas áreas de Comunicação e de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) aplicado à gestão de crises políticas, institucionais ou empresariais, relacionadas com acusações de corrupção, de danos ao meio ambiente ou, ainda, de violações às boas práticas de cidadania. Assim, o objetivo é obter informações, conceitos e técnicas que permitam prevenir ou gerenciar crises de reputação de autoridades, e de imagem de instituições ou corporações privadas.

Público

Destina-se à capacitação de profissionais da Comunicação (jornalistas e assessores de imprensa) e de Relações Institucionais e Governamentais (RIG), como também aos profissionais das áreas de Ciência Política, Ciência da Informação e similares que buscam encontrar oportunidades nessa nova especialidade do mercado de trabalho.

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Confira o evento de lançamento do curso

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Apresentação

A consolidação da Democracia no Brasil — com a combinação da autonomia do Ministério Público e a independência operacional de órgãos como Polícia Federal, Receita Federal, COAF e Banco Central — aliada à liberdade de expressão da imprensa, têm aumentado de modo substancial a capacidade de investigação sobre entes públicos e privados. Assim, o país vem sendo transformado em permanente cenário de crises, envolvendo autoridades do governo, políticos e, mais recentemente, empresas privadas e estatais.

Em outra vertente, demandas crescentes da sociedade por questões como cidadania e meio ambiente têm provocado crises corporativas, com acusações de trabalho escravo nas indústrias, homofobia e, ainda, desastres ambientais. Para gerir essa profusão de crises, são necessários profissionais especializados e qualificados.

Vínculo Institucional (Certificação)

Instituto Sagres

O SAGRES é um instituto que reúne um grupo de profissionais com formação acadêmica diversificada, orientados a produzir e difundir conhecimentos em campos como planejamento e gestão estratégica, cenários prospectivos, inteligência, política e gestão de crise, dentre outros. Fundado em 2004, já realizou consultoria e capacitação para 33 parceiros, entre órgão públicos e empresas privadas, como o Ministério Público do Trabalho, o Banco Central, a Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Instituto Euvaldo Lodi, da Confederação Nacional da Indústria.

Parceria:

Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais – Abrig

Conselho Regional de Economia do DF – Corecon

Corpo docente:

Homero Zanotta (Coordenador) – Doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado Maior do Exército, especialista em Inteligência e em gerenciamento de crises nas esferas pública e privadas. Possui MBA em Gestão Estratégica da Informação pela Fundação Getúlio Vargas – DF e em Estratégia Executiva pela FGV-RJ. Especialista em Comunicação Social, atuou no Centro de Comunicação Social do Exército e no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República de 2004 a 2011, onde participou de grupos de gerenciamento de crises. Experiência em análise organizacional, elaboração de diagnósticos comunicacionais e desenvolvimento de planos, projetos e programas de gestão pública e privada.

Hugo Studart (Coordenador) – Doutor e mestre em História Política pela Universidade de Brasília, jornalista, professor e executivo de Relações Institucionais. Atuou como repórter investigativo, editor ou colunista em veículos como O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo; revistas Veja e Dinheiro; como Diretor e colunista da IstoÉ; e editor-chefe da Desafios do Desenvolvimento, do Ipea. Agraciado em diversos prêmios, como o Esso de Jornalismo e o Herzog de Direitos Humanos. Lecionou jornalismo na Fundação Cásper Líbero (SP) e na Universidade Católica de Brasília; e, também, no MBA em Relações Institucionais no Ibmec e na Pós em Ciência Política na Upis. É professor associado do Núcleo de Estudos da Paz e dos Direitos Humanos da UnB.

Mário Rosa – Jornalista, escritor e palestrante, é o primeiro consultor do país em gerenciamento de crises e gestão de reputação. Como jornalista, atuou nas principais redações do país: Jornal do Brasil, O Globo, revista Veja, TV Globo, Globonews. Como consultor de crises e de imagem, auxiliou em grandes corporações como: Grupo Cassino, Confederação Brasileira de Futebol, Ambev, Grupo Iguatemi, OAS, Camargo Correa e Opportunity. Prestou consultoria para políticos e figuras públicas de destaque, entre elas os ex-presidentes Fernando Henrique e Lula. É autor de quatro livros sobre gestão de crises: “A Síndrome de Aquiles” (2001), “A Era do Escândalo” (2003), “A Reputação na Velocidade do Pensamento” (2006) e “Memórias de um Consultor de Crises” (2017).

Egberto Ribeiro Salóes Do Amor – Analista e gestor de riscos e de fraudes, especialista em prevenção de crises no setor público. É Doutor em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado Maior do Exército e auditor formado pelo Institute of Internal Auditors. Atuou como assessor do Controle Interno do Exército para os Jogos Olímpicos Rio 2016, como assessor do Controle Interno e Gestão de Riscos na Administração de Alto Nível do Exército e na Gestão de Riscos do Hospital das Forças Armadas. No Exército, foi comandante do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro e do 18º Batalhão Logístico, Campo Grande, MS. Possui vivência como docente em cursos de formação e especialização.

Raul Sturari – Doutor em Política e Estratégia pela Escola de Guerra Naval. Bacharel, Mestre e Doutor em Ciências Militares pelo Exército; Pós-Graduado em Pedagogia pela UFRJ; e Bacharel em Administração. Foi Comandante da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, Secretário-Executivo do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e coordenador do Projeto “Brasil 3 Tempos”, de Prospectiva Estratégica. Professor de pós-graduação e consultor em projetos públicos e privados nas áreas de Planejamento e Gestão, Prospectiva e Dinâmicas Governantes. Organizador do livro Metodologia FIGE – Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica.

Romaly de Carvalho – Especialista em Psicologia Comportamental no Trabalho, consultora em Comunicação Interpessoal, Marketing Pessoal, Etiqueta Profissional e de Carreira. Possui MBA em Gestão da Ciência e Tecnologia pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou como professora convidada na FGV e como consultora do Programa VIP, da TV Gazeta, discutindo técnicas comunicação interpessoal e etiqueta profissional. Trabalhou como Coordenadora de Gabinete no Ministério da Ciência e Tecnologia; e como Coordenadora de Processos da FGV-Brasília. Autora do livro “A sua imagem ajuda ou prejudica seus esforços para crescer na carreira?”

Conteúdos Didáticos:

Módulo 1

A pedra e a vidraça: como lidar com a mídia (12 horas)

A relação entre jornalistas (as pedras) e assessores de comunicação (as vidraças) diante de escândalos e crises institucionais. O jornalismo investigativo e as crises políticas; o fetiche pelo jornalismo “denúncia”; o interesse econômico por trás das investigações jornalísticas. A gestão cotidiana da mídia pelo assessor de comunicação. As demandas do repórter, do editor e do colunista. Panorama dos grandes grupos de mídia brasileiros e a dependência econômica dos governos e dos bancos. Anatomia dos jornalistas influentes: quem é quem entre os editores, colunista, repórteres investigativos. Como influir na construção da pauta. Éticas e práticas: ou como funciona a cabeça dos jornalistas. A redução de danos em caso de escândalos. Diálogo entre um jornalista investigativo com grande experiência em provocar crises e um especialista em comunicação com largo expertise na gestão de crises. (Professores: Hugo Studart e Homero Zanotta)

Módulo 2

Metodologias e ferramentas de gestão de crise de imagem (12 horas)

O que é uma crise. Características e diferenças de escândalos, desastres, situações emergenciais e crises. A metáfora do calcanhar de Aquiles. As mídias e as crises. Novos conflitos éticos. Reflexões sobre a percepção da verdade e os escândalos públicos. Apresentação de metodologias e de ferramentas para a gestão de crises de imagem em escândalos de corrupção, envolvendo agentes públicos e corporações privadas. A relação de confiança entre o sujeito-alvo e o assessor de crise. Visão dos públicos estratégicos: interno e de interesse. Comunicação pública, institucional, governamental e corporativa. Assessorias de Comunicação: onde a comunicação não atua e novas possibilidades: explorando pontos fortes e colaborando para minimizar vulnerabilidades. Quanto pode custar gerenciar uma crise. Os possíveis impactos das crises nas instituições e empresas. As novas tecnologias e a realidade dos olhos que tudo registram. (Prof Mário Rosa)

Módulo 3

Formação de um Gabinete de Crise (12 horas)

O gerenciamento do imprevisível. Níveis de tratamento das crises. Os indicadores de crises e o “semáforo” das crises. A composição básica e os requisitos essenciais necessários para composição do gabinete de crises. As características do Op-Center como sala de crises ou o centro de operações. Ações a realizar antes, durante e após as crises. Análise pós ação e as crises que não têm fim. Metodologias e ferramentas para a Gestão de Crise. Os “Pês” das crises: Prevenção, Planejamento, Papel (da imprensa), a Próxima (crise). O mapeamento dos stakeholders. As atitudes e os posicionamentos das instituições e empresas. Planos de condução de crises. Cuidados para não surgir uma crise dentro de outra. Cenários possíveis, uma crise pode surgir exatamente quando tudo parece estar sob controle. (Prof Homero Zanotta)

Módulo 4

Prospecção estratégica para prevenção de crises (12 horas)

O Século XXI e as mudanças, cada vez mais intensas e frequentes. A Prospectiva Estratégica e as correntes mais praticadas no mundo. A Metodologia FIGE – Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica e o Método SAGRES de elaboração de Cenários Prospectivos. Identificação, esquematização e descrição de Cenários Prospectivos de Crise. Propostas de políticas, programas, projetos e iniciativas para prevenção de crises ou reações a elas. (Prof Raul Sturari)

Módulo 5

Ferramentas de gestão de riscos (12 horas)

Razões de gerenciar riscos; Compliance como indutor das boas práticas; COSO – Commitee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission: seu papel normativo. Riscos: definições, tipos e o apetite ao risco. Análise de riscos: Matriz SWOT, fixação de objetivos e identificação de eventos potenciais para o desencadeamento da crise, estudo de caso: O portfólio de riscos potenciais para o surgimento de crises. Apresentação da sistemática de um gerenciamento de riscos. Imposição legal da gestão de riscos na Administração Pública. A nova legislação de apoio. Compliance e as boas práticas na esfera federal. Riscos Corporativos: fraude, ética e corrupção. Consequências da Operação Jato no contexto da análise de risco. A judicialização do administrator público. As metodologias de análise de riscos. A construção de uma matriz de risco e seus produtos. (Prof Egberto Salóes)

Módulo 6

Novos atores das crises de cidadania: minorias, gênero, ecologia (12 horas)

A construção dos Direitos do Homem e do Cidadão. Desafios do Século XXI: Minorias étnicas e as ações afirmativas no Brasil. Gênero: A luta pela liberdade afetiva das mulheres e dos homossexuais. O desafio dos vulneráveis e dos esquecidos. Mídia e novos atores das crises de cidadania: minorias, gênero, ecologia. Construção e desafios do movimento ecológico. Culturalismo e relativismo. A tese da solidariedade entre as gerações e o conceito jurídico de direito dos não nascidos. Os novos movimentos sociais: A construção dos grupos sociais organizados com viés ideológico. As estratégias de luta no Século XXI: O dilema entre ativismo de confronto versus de negociação. A busca pelo politicamente-correto e pelas as boas práticas sócio-ambientais nas empresas. (Prof Hugo Studart)

Módulo 7

Inteligência e contrainteligência na Gestão de Crises (12 horas)

A Inteligência Empresarial Estratégica – IE². O papel do Gestor de Inteligência. O Universo prático de Inteligência Competitiva (IC) e o trabalho de IC nas organizações. Planejamento e prática de pesquisa para explicar ou justificar denúncias. Memória, conhecimento técnico e gestão de dados. A relação com o Ministério Público e as técnicas de “lavagem de informação suja”. A questão das fake News e o engajamento em aplicativos e redes sociais como fontes de informação. Tratamento da “comunicação de risco”. Técnicas de redução de danos por meio de contrainformações. A contrainteligência e os riscos ocasionados pela perda de informações sensíveis. Estudos de casos. (Prof Homero Zanotta e Hugo Studart)

Módulo 8

Técnicas de persuasão e gestão de network (12 horas)

Os modelos de persuasão. Técnicas de abordagem de fontes de informação. Noções de PLN e de linguagem do corpo. Modelos de rede de contatos. Organização da agenda e hierarquização das fontes. As características, diferentes demandas e persuasão de autoridades do Executivo, do Legislativo, do Judiciário, do Ministério Público e da polícia. Os bons e os maus momentos para iniciar a relação com as autoridades. Persuasão de assessores e subalternos. Técnicas apuração de informações de campo. A entrevista jornalística e a entrevista de inteligência. Pesquisa e preparação das entrevistas. O uso do off e o sigilo da fonte: éticas, práticas e violações. Gestão do deeptroath. Técnicas de apuração de campo aplicadas aos profissionais de RIG. Estudos de caso. (Prof Hugo Studart)

Módulo 9

Comunicação Interpessoal aplicada às Relações Institucionais (12 horas)

A Comunicação Interpessoal, o comportamento pessoal e os protocolos de etiqueta profissional como ferramentas para formação da imagem pessoal, da credibilidade e da autoridade. Noções de psicologia comportamental do trabalho. A psicologia do traje e da apresentação pessoal: como agregar valor à imagem por meio da roupa; vestimentas e acessórios em diferentes situações; os sabotadores de imagem. Técnicas de comunicação interpessoal: comunicação verbal e não verbal associada às técnicas de persuasão. Protocolos no dia a dia do trabalho: cumprimentos, reuniões de negócios, cartões de visita, o uso do celular, gafes, festa de trabalho, e-mail no trabalho, almoços de negócios. Noções de etiqueta à mesa. (Prof Romaly de Carvalho).

Módulo 10

Análise de 20 crises bem (ou mal) gerenciadas (12 horas)

Análise histórica de casos clássicos crises bem ou mal gerenciadas. Temas para posições positivas em situações de crise. Casos a serem estudados: 1) Exxon Valdez; 2) British Petroleum, a plataforma Deepwater Horizon e o maior desastre ambiental dos EUA; 3) Coca Cola: quanto vale uma marca? 4) Tylenol; Union Carbide (Bhopal, Índia); 5) Dick Cheney, vice-presidente dos EUA; 6) Aspartame; 7) A história não tão secreta da retirada do amianto do porta-aviões Clemenceau 8) O tsunami na Ásia: um caso clássico de apoio 9) As charges muçulmanas e a liberdade de imprensa; 10) Volkswagen: um caso de globalização da crise. Estudos de Caso no Brasil: 1) O caso dos gatos do Planalto: assessoria na vidraça e a situação de crise; 2) Escola Base de São Paulo 3) Situação da crise da Varig: a morte da empresa. 4) As empresas aéreas do Brasil: qual a próxima crise; 5) A gripe aviária e o assessor “profeta do apocalipse”; 6) Inferno na P36: uma crise bem gerenciada e a “reunião da Ave Maria”; 7) A morte da irmã Dorothy na Terra do Meio: crise na Amazônia; 8) Parmalat Brasil; 9) Microvilar, da Shering do Brasil. 10) A onda de água no sertão: um gabinete de crises de longa duração. (Prof Homero Zanotta).

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Especificações

Estrutura: Curso de 120 horas, com 10 módulos (disciplinas) de 12 horas

Duração: 4 meses

Período: Oferta de 1 módulo a cada 15 dias (sextas-feiras à noite e aos sábados)

Investimento (Curso Completo, 10 Módulos):

1 – Associados Sagres, Abrig ou Corecon:
Até 12 x de R$ 642,56. (R$ 6.400,00 à vista)

2 – Não Associados:
Até 12 x de R$ 738,13. (R$ 8.000,00 à vista)

Parcelamento no Cartão de Crédito

 

Programação:

Data

Módulo

Gestão de Crise

Professor

03 de agosto  Módulo 1 Apresentação dos professores e alunos

Aula inaugural: A pedra e a vidraça.

Homero Zanota e Hugo Studart
04 de agosto Módulo 1 Como lidar com a mídia

Confraternização

Homero Zanotta e Hugo Studart
17 e 18 de agosto Módulo 2 Metodologias e Ferramentas de Gestão de Crise de Imagem Mário Rosa
31 de agosto e 01 de setembro Módulo 3 Formação de um Gabinete de Crise Homero Zanotta
14 e 15 de setembro Módulo 4 Prospecção estratégica para prevenção de crises Raul Sturari
28 e 29 de setembro Módulo 5 Ferramentas de gestão de riscos Egberto Salóes
05 e 06 de outubro Módulo 6 Novos atores das crises de cidadania: minorias, gênero, ecologia Hugo Studart
19 e 20 de outubro Módulo 7 Inteligência e Contrainteligência na Gestão de Crises Homero Zanotta e Hugo Studart
09 e 10 de novembro Módulo 8 Técnicas de persuasão e Gestão de network Hugo Studart
23 e 24 de novembro Módulo 9 Comunicação interpessoal aplicada às Relações Institucionais Romaly de Carvalho
30 de novembro e 01 de dezembro Módulo 10 Análises de crises clássicas bem (ou mal) gerenciadas Homero Zanota
01 de dezembro Encerramento

Confraternização

Todos

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O papel da liderança na motivação das pessoas em ambientes organizacionais

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Há um número cada vez maior de estudiosos defensores de que os gestores organizacionais, de acordo com a postura que assumem no exercício da liderança, podem oferecer condições para que as pessoas sejam motivadas pelo trabalho

Leituras do Brasil: Interpretações sobre a História Política e Econômica Contemporânea

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Leituras do Brasil: Interpretações sobre a História Política e Econômica Contemporânea

RESUMO

O curso destina-se preferencialmente aos profissionais que necessitem de leituras dirigidas, interpretações e de fundamentação histórica, politica e econômica sobre o Brasil contemporâneo, tais como Relações Institucionais e Governamentais, Comunicação, Ciência Politica e Direito, ou ainda profissionais que estejam se preparando para concursos públicos.

ESPECIFICAÇÕES

Carga: 32 horas
Pré-Requisitos: curso livre
Turmas: mínimo 8 pessoas

METODOLOGIA

Aulas presenciais expositivas, apresentando uma panorâmica sobre os principais eventos da história política e econômica brasileira. Apresentação de personalidades relevantes de cada período histórico que, de alguma forma, ainda influenciam ou participam do Brasil atual. Indicação de interpretes e de bibliografia mínima para o aprofundamento nos temas de maior interesse dos alunos.

CONTEÚDO DAS AULAS

Modulo 1: Origens do sistema politico (4 horas)

Panorâmica sobre a historia politica brasileira, da Revolução de 1930 e a ascensão de Vargas, ate a queda de Joao Goulart, em 1964. As correntes politicas que emergiram com a Revolução de 1930. A organização do Estado por Vargas. A organização politica com tri partidarismo: PSD, PTB e UDN. O PSD e o modelo de clientelismo politico. A criação da CLT e do sindicalismo mantido pelo Estado. O trabalhismo e o PTB. O modelo populista: Pai dos Pobres e Mae dos Ricos. O nascimento da classe media urbana conversadora e a oposição da UDN de Eduardo Gomes. O PCB de Luiz Carlos Prestes e o ideal revolucionário. A proposta do Integralismo e a instauração do Estado Novo. O pacto de guerra e a criação da indústria de base. A queda de Vargas e a restauração da democracia. A volta de Vargas e a ascensão do nacionalismo econômico. Os anos Dourados de JK: 50 anos em 5 por meio da Marcha para o Oeste e da criação da indústria automobilística. As crises de Jango e o esgotamento do modelo populista. Indicações bibliográficas.

Modulo 2: Nascimento do Desenvolvimentismo (4 horas)

Reflexões sobre o nascimento do Estado moderno brasileiro, do modelo liberal de desenvolvimento e da ideologia da estatização. O new deal de Roosevelt. A Conferencia de Bretton Woods e o triunfo de Keynes na criação do Sistema Financeiro Internacional. Roberto Simonsen e a proposta liberal da FIESP. Goes Monteiro e a proposta do Exercito de acelerar o desenvolvimento por meio de Estatais. Leituras e interpretações sobre o Brasil sobre o Brasil clássico: 1. Raymundo Faoro, Os Donos do Brasil (tese do patrimonialismo). 2. Sergio Buarque de Holanda, Raízes do Brasil ­(tese do Homem Cordial). 3. Oliveiros Ferreira, O Partido Fardado ­(tese do projeto estatal desenvolvimentista das Forças Armadas). 4. Roberto Campos, A Lanterna na Popa ­(visão liberal do período). Indicações bibliográficas.

Modulo 3: Regime militar de 1964 (4 horas)

Apresentação das diferentes interpretações sobre o Movimento de 1964, a reação das esquerdas com a luta a arma e a instauração da autocracia e da repressão pelas Forças Armadas. A morte de Stalin, a adesão a Gramsci e crise do Movimento Comunista Internacional. O racha do Partido Comunista Brasileiro. As revoltas dentro das Forças Armadas. A escalada da radicalização ideológica no governo Jango e a guerra civil iminente. O comício da Central do Brasil. As Marchas da Família com Deus e pela Liberdade. Cinco obras referencia. Rene Dreifuss e a tese da aliança civil militar. Jacob Gorender e a tese da reação ao golpe. Daniel Aarão Reis e a tese da ação estratégica. Luis Mir e a tese do contexto internacional. A hipótese do Exercito dividido. As 47 organizações de vanguarda. Os principais marcos da luta armada. O saldo do fratricídio. O nascimento do sindicalismo no ABC e a fundação do PT. A fase de transição: Anistia, luta pelas diretas, governo civil e Constituinte. Personagens daquele tempo. Indicações bibliográficas.

Modulo 4: Do milagre econômico à década perdida (4 horas)

Panorâmica do modelo econômico de 1964 ate 1994. A grande reforma do Estado: Banco Central, CMN, BNDE, Ipea, Sistema Financeiro da Habitação. O salto da infraestrutura por meio das Estatais. Reforma da educação e o Mobral. O avanço para a Amazônia e a reforma agraria. O modelo de financiamento do crescimento. Indicadores econômicos e sociais do período. A grande crise do petróleo. A crise financeira interna e a intervenção do FMI. O período de hiperinflação e os planos econômicos do governo Sarney. O choque de neoliberalismo de Collor. A economia em anomia. Personagens daquele tempo. Indicações bibliográficas.

Modulo 5: A Era FHC: Neoliberalismo e reforma do Estado (4 horas)

Os fundamentos do Consenso de Washington. A implantação do Plano Real 1. A globalização e crise da indústria nacional. A retomada industrial pela produtividade e o nascimento das primeiras multinacionais brasileiras. A privatização e a redefiniçao do papel do Estado. As agencias reguladoras. A reforma do ensino e o choque de educação. A Comunidade Solidaria, a estruturação da politicas sociais de injeção direta de renda. A crise da Ásia e o Plano Real 2. O tripé macro econômico. Personagens daquele tempo. Indicações bibliográficas.

Modulo 6: A Era Lula: populismo e presidencialismo de coalizão. (4 horas)

O triunfo da suposta “esperança” sobre o “medo”. A manutenção do Plano Real e do tripé macro econômico. O aprofundamento do modelo de presidencialismo de coalizão. A opção pelo aparelhamento do Executivo pelo pragmatismo fisiológico no Congresso. O Bolsa Família e o aprofundamento das politicas de injeção direta de renda. O escândalo do Mensalão. A queda do comissário Dirceu e a ascensão da gerentona Dilma. O ombudsman Lula renasce das cinzas. A desistência das reformas estruturais. A opção pelo populismo e pela economia de consumo. O crescimento econômico, a ascensão da nova classe media e dos milionários emergentes. Fundamentos da nova classe media: estabilidade econômica, educação e politicas de consumo. A eleição da sucessora. Personagens daquele tempo. Indicações bibliográficas.

Modulo 7: O Brasil do nosso tempo (8 horas)

1. Quem manda no Brasil: a criação do modelo de concentração econômica por meio do BNDES e dos fundos de pensão das Estatais. A criação dos oligopólios e o financiamento de campanha. 2. Uma panorâmica historia sobre os fundamentos do messianismo politico: de Moises a Lula. 3. Indicações bibliográficas para compreender nosso tempo: Arendt, Bloch e Bauman.

ORIENTADOR

Prof-Dr. Hugo Studart – Jornalista, professor universitário e executivo de Relações Governamentais. Graduado em Jornalismo pela Universidade de Brasília-UnB; especialização em Ciência Política, mestre e doutor em História Politica, também pela UnB. Como jornalista, atuou como repórter de econômico e politico nos principais veículos do país, como Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo; como editor de Política e colunista nas revistas Veja, Manchete e Dinheiro; como Diretor e colunista da IstoÉ; além de editor-chefe da revista Desafios do Desenvolvimento, do Ipea. Foi agraciado em diversos prêmios, como o Esso e o Abril de Jornalismo, e o Prêmio Wladimir Herzog de Anistia de Direitos Humanos. Experiência de 16 anos em funções executivas, com ênfase em Relações Governamentais e conteúdo jornalístico. Experiência em campanhas políticas na área de pesquisa de informações (Inteligência) e em gestão de crise. Como professor, lecionou na Fundação Casper Líbero, São Paulo, e na Universidade Católica de Brasília. É pesquisador do Núcleo de Estudos da Paz e dos Direitos Humanos da Universidade de Brasília, UnB, e professor no curso de Pós Graduação (MBA) em Relações Institucionais do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais – Ibmec. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal.

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Sagres lança livro com a Metodologia FIGE

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No dia 19 de setembro, na livraria Cultura do Shopping Iguatemi, no Lago Norte em Brasília, foi lançado o livro Metodologia Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica (FIGE), escrito por sete integrantes do Instituto SAGRES – Política e Gestão Estratégica Aplicadas. O livro foi organizado pelos professores Raul Sturari e Verônica Korilio e já está a disposição nas principais livrarias do País.

Workshop: Gestão do tempo ou gestão de vida?

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Workshop: Gestão do tempo ou gestão de vida?

1. Apresentação

Esse workshop engloba o resultado de uma análise meticulosa, durante os últimos 15 anos, da literatura técnica, de cursos, palestras, vídeos e seminários sobre o assunto, além de centenas de entrevistas com profissionais das mais diversas áreas. Propõe uma reflexão diferenciada sobre o tema, que se desdobra na própria questão inicialmente proposta: existe gestão do tempo considerando-se os aspectos práticos na vida de uma pessoa? A assimilação de técnicas orientadas para maior eficiência pessoal, como propõe a maioria dos seminários, cursos e palestras sobre o assunto, esgota o tema?

2. Público

Destina-se a pessoas psicologicamente maduras e que estão insatisfeitas com o resultado de seus esforços para atender as infindáveis demandas externas (profissionais, familiares, de grupos de relacionamento próximo) ou internas (cuidados com o próprio corpo, e/ou com o desenvolvimento intelectual ou espiritual), a que estão submetidas no dia-a-dia.

O workshop pode ser conduzido para atender profissionais de áreas específicas, como advogados, empresários ou candidatos a concursos públicos.

3. Metodologia

Focada em aprendizagem vivencial por meio de exercícios estruturados (individuais ou em grupos) e de leitura de textos selecionados, de apresentações verbais, discussões e debates.

Cada turma terá, no máximo, 24 participantes

4. Da Duração

Total de 8 horas de trabalho, que podem ser conduzidas em um único dia, ou em dois, com turnos de quatro horas.

5. Do Programa

  • Uso individual do tempo – mapeamento inicial.
  • Características do tempo.
  • Necessidades pessoais.
  • Engolidores de tempo: apresentação, diagnóstico e técnicas. Análise critica.
  • Hábitos & Modelos Mentais. Zumbis & robôs.
  • Identificando prioridades. Modelo e análise critica.
  • Multiplicadores de tempo: apresentação.
  • Desenvolvimento Pessoal & Profissional. Instrumentos usuais. Análise critica. Apresentação de Modelos eficazes.
  • Mudando hábitos, atitudes e comportamentos. Planejando e monitorando a mudança.

6. Resultados esperados

Como resultado da participação no workshop pretende-se:

  • permitir tomar conhecimento dos fatores que dificultam um bom e adequado uso do tempo no que diz respeito aos diversos papéis que representamos na sociedade: profissional, familiar, conjugal e social (competência cognitiva).
  • permitir a tomada de consciência (identificação de pontos cegos) de atitudes e comportamentos que dificultam usar o tempo de que dispomos para atingir os objetivos que consideramos importantes em nossas vidas (competência atitudinal).
  • obter o desenvolvimento da competência dos participantes na aplicação, no dia-a-dia, das técnicas apresentadas (competência operacional).

Assim, os participantes terão oportunidade de tomar decisões de ordem prática, orientadas para uma consciente adequação do uso do tempo de que dispõem aos seus objetivos de vida.

Facilitador:

Rodolfo de Mello Prado

Bacharel em Direito pela UFMG (1963), inscrito na OAB/DF. Administrador, inscrito no CRTA do D.F. Especialização em “Management”, pelo International Institute for Management Development-IMD, da Universidade de Lausanne, Suíça(1979 e 1999). Especialização em Recursos Humanos pela Escola Brasileira de Administração Pública – EBAP/FGV/Rio. Especialização em Planejamento Estratégico pela Fundação João Pinheiro (professores da Graduate School of Business Administration / Columbia University, NY); pelo Tavistock Institute of Operational Research, de Londres, em convênio com a Fundap, S.P., e em Planejamento Governamental pelo CENDEC. Especializado em Desenvolvimento Organizacional e credenciado como Consultor pela Organization Development Associates – USA. Especialização em Análise Gerencial de Problemas e Tomada de Decisões pela Kepner-Tregoe, International, de Princeton, New Jersey, USA. Ex-consultor do SEBRAE, atuou, nacionalmente, como facilitador em mais de 120 seminários Empretec. Conta com mais de 10.000 horas em sala de aula, conduzindo programas de qualificação gerencial e de empreendedorismo. Presidente do Conselho Consultivo do Instituto Sagres de Política e Gestão Estratégicas Aplicadas.

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Como atitudes simples ajudam a preservar o meio ambiente e aumentar a qualidade de vida de todos

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O projeto “Ipês do Cerrado” é uma iniciativa do Instituto Sagres que está sendo desenvolvida em parceria com organizações públicas, privadas e do terceiro setor, com o objetivo de fortalecer a consciência ambiental junto à população do Distrito Federal.

Assista ao vídeo do nosso associado Rodolfo Prado para o Viver Melhor:

Saiba mais sobre o Projeto

Diálogos e discussões. Tema: uma nova Constituinte

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